terça-feira, 5 de setembro de 2017

Lição 11— Liberdade em Cristo, por Joe Gresham



Para a semana de 2 a 9 de setembro de 2017
Gálatas. 5:1-15



O cristão é "chamado à liberdade" e esta liberdade vem somente através de Jesus Cristo. Observe como Jesus clarifica este ponto. Ele "dizia, pois, aos judeus que criam nEle: Se vós permanecerdes na Minha palavra, verdadeiramente sereis Meus discípulos; E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará ... Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado, ora o servo não fica para sempre na casa; o filho fica para sempre. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (João 8:31-36).
Observe algumas palavras-chave na passagem acima. De que é o cristão livrado? Da própria coisa de que ele era um servo e cativo — o PECADO. De acordo com Jesus, Ele nos liberta do pecado, que a Bíblia define como "transgressão da lei" (1ª João 3:4, Almeida Revista e Atualizada). João sem medo afirma que Jesus "Se manifestou para tirar os [nossos] pecados" e "todo aquele que permanece nEle não vive pecando" (1ª João 3:5 e 6, Almeida Revista e Atualizada). A razão para isso é auto-evidente pois, "quem comete pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus Se manifestou: para desfazer as obras do diabo. Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nEle, e não pode pecar, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os filhos do Diabo: Qualquer que não pratica a justiça ... não é de Deus" (1ª João 3:8-10). A linha de distinção entre os filhos de Deus e os filhos do Diabo é traçada pela palavra de Deus. Os filhos de Deus guardam os Seus mandamentos e praticam boas obras, enquanto que os filhos de Satanás rejeitam os mandamentos de Deus (mesmo que seja apenas um) e suas obras são obras de iniquidade — o pecado. Eles são os “filhos da desobediência" (Efésios 2:2).
O capítulo seis de Romanos aborda esta questão. Observe quão claramente Paulo apresenta esta grande doutrina bíblica da libertação do pecado.
 “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele? ... (*vs. 6:) O nosso homem velho foi com Ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado. Porque aquele que está morto está justificado do pecado .... (*vs. 11:) Assim também vós considerai-vos certamente mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor. Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências. Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre os mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça. Pois que? Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De mono nenhum. Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça? ... (*vs.18:) E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça .... (*vs.20:) Porque, quando éreis servos do pecado, estáveis livres da justiça .... (*vs.22:) Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 6:1-23).
Temos a promessa de Deus através da Sua palavra, portanto, temos a libertação. Temos sido posto em liberdade DO pecado, não em liberdade PARA pecar. No entanto, muitos usam hoje a sua "liberdade para dar ocasião à carne" (Gálatas 5:13). Como tal, eles comem o que querem, bebem o que querem, fazem o que querem, etc.  Em resumo, elas procuram a sua própria vontade. Eles escolhem voluntariamente ser ignorantes de que estamos livres da maldição da lei, e não obrigados a ela.
Gálatas 5: 16, 17 tem sido muitas vezes mal compreendido e mal aplicado. São as coisas impossíveis que nós "não podemos fazer" as coisas boas, ou as coisas ruins? Muitos creem que é o bem que nós não podemos fazer. Que triste situação seria, não ser capaz de fazer o bem e forçado a passar a vida fazendo somente o mal. No entanto, o versículo 16 deixa claro. O que Paulo está dizendo é que aqueles que andam no Espírito, não vão praticar o mal. "Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne" (Gálatas 5:16).
Estamos tão acostumados a administrar nossas próprias vidas, muitas vezes ignoramos, resistimos ou rejeitamos a liderança e inspiração do Espírito Santo, mas se permitirmos que o Espírito Santo tenha controle de nossas vidas, não podemos fazer as obras da carne. Por exemplo, o Espírito de Deus nunca levará ninguém a mentir, roubar, enganar, cometer adultério, etc. Tendo sido crucificada com Cristo, a mente carnal é condenada à morte, e estando agora com propensão espiritual andamos no Espírito e o "pecado não terá domínio sobre vós” (Romanos 6:14). "Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna" (Romanos 6:22). Aqueles que rejeitam e resistem ao ensino da Bíblia de que nós podemos inteiramente obedecer e fazer boas obras nunca experimentaram totalmente o poder da graça de Deus e do Seu Espírito.
Que é maior, o Espírito ou a carne? Se cremos, como a Bíblia ensina, que o Espírito de Deus é todo poderoso, então é lógico que o poder do Espírito pode superar os desejos da carne. A palavra de Deus nos dá essa garantia: "Maior é O que está em vós do que o que está no mundo" (1ª João 4: 4). Você crê nisso? Através do poder do Espírito Santo, podemos vencer os desejos da carne. Não só isso — devemos vencê-los, porque a menos que andemos no Espírito, estaremos em um estado de calamidade, estamos sob a condenação de Deus. No entanto, "Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito" (Romanos 8:1).
Estar "em Cristo" não é um evento único, mas uma escolha de momento-a-momento — uma entrega contínua de nossa vontade à dEle. Se estamos caminhando segundo a carne, não estamos em Cristo e estamos sob condenação. "Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dEle ... Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus" (Rom. 8:8, 9, 14).
"Os Filhos de Deus" se distinguem dos mundanos pelo fato de que eles estão andando no Espírito e não na carne. Lembre-se, "a vida do cristão não é simplesmente uma modificação ou melhoramento da antiga, mas uma transformação da natureza. Tem lugar a morte do eu e do pecado, e uma vida toda nova. Essa mudança só se pode ser efetuar mediante a eficaz operação do Espírito Santo" (Ellen White, O Desejado de Todas as Nações, pág. 172). "Quando o Espírito de Deus toma posse do coração, transforma a vida. Os pensamentos pecaminosos são afastados, renunciadas as más ações; o amor, a humildade, a paz tomam o lugar da ira, da inveja e da contenda. A alegria substitui a tristeza, e o semblante reflete a luz do Céu" (Ibidem, pág. 173).
Nosso Senhor deseja que nós afastemos todas as dúvidas, e em fé simples aceitemos a promessa do Seu Espírito para que possamos ser "transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor" (2ª Coríntios 3: 18). No entanto, o "mistério da iniquidade" tem um tal controle sobre as mentes da multidão que eles são demoniacamente levados a resistir ou rejeitar com veemência as gloriosas boas novas. Falhamos em ver que, pelo poder do Espírito Santo, a imagem moral de Deus é para ser aperfeiçoada no caráter. Assim, enquanto portando o nome "cristão", realizamos as "obras da carne", em vez de exibir o "fruto do Espírito."
Assim como é impossível para aquele que é guiado pelo Espírito estar sob a condenação da lei, assim, é impossível para alguém transgredir a lei e estar sob condenação ao ser guiado pelo Espírito. Lembre-se, o Espírito Santo não é o ministro do pecado, mas é o ministro da justiça. O Espírito, portanto, nunca leva alguém a pecar ou quebrar a lei de Deus. O Espírito não os traz novamente sob a condenação da morte. "Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito" (Rom.8:1).


- Joe Gresham


O irmão Joe W. Gresham é pastor da igreja adventista da cidade de Fort Worth, Texas. Ele é evangelista, autor de inúmeros livros, protagonista de diversos programas de rádio e televisão. Seu ministério o levou por toda a América do Norte, Israel, Egito, Jordânia, e a maior parte da Europa. Seus livros têm sido traduzidos para diversas línguas, e estão agora disponíveis em muitos países. Veja o arquivo www.adventistas.com/info/artigos/joewgresham1e2.htm

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Lição 11 — Liberdade em Cristo, por Paulo Penno



Para 2 a 9 de setembro de 2017

        
Uma canga (jugo) era usada nos tempos antigos para controlar um escravo. As mãos e pescoço eram colocados em um tronco (cepo) apoiado sobre os ombros. Assim controlado, o pobre prisioneiro era levado pelo senhor.
O "jugo da servidão" é o velho concerto. "A liberdade com que Cristo nos libertou" é o novo concerto (Gál. 5:1). Os dois concertos são dois entendimentos diferentes do povo de Deus através dos tempos, duas percepções opostas do plano de salvação de Deus.
Os gálatas estavam sendo enganados pelos defensores de um método de falsificação da salvação. Você deve ser "circuncidado" a fim de ser salvo. Um "devedor" deve "guardar toda a lei" (v. 3). O erro dos gálatas foi o velho concerto. Você prometeu obedecer e viver.
Os gálatas se auto-expulsaram da escola de Cristo. Tendo sido inicialmente motivados pelo "dom inefável" da "graça" de Deus, eles entraram agora num programa de obras (*do tipo daqueles manuais) “faça você mesmo” de ser "justificados pela lei" (v. 4). O problema não é a lei. O problema é o seu falho entendimento doutrinário.
Um chefe gastronômico pode servir uma refeição de sete pratos, sempre muito apetitosa. Mas se houver uma gota de arsênico na comida, se ela não lhe matar, certamente vai paralisá-lo. Se há uma pitada de fermento na massa, ela irá permear o pão (vs. 9). Em outras palavras, se há uma gota de legalístico egocentrismo na nossa compreensão do evangelho, então há uma queda da graça de Deus e uma perda do primeiro amor.
O problema da mornidão na última das sete igrejas do Apocalipse é que Laodicéia perdeu seu primeiro amor. Ela arrastou-se no erro do galacianismo. Seu velho concerto de prometer fazer tudo certo (*Êxodo 19:8) é uma queda da graça.
Quando ela ensina às crianças histórias que elas devem obedecer para serem salvas, ou sua juventude é levada a fazer promessas de obedecer, o fracasso delas faz com que pensem que Deus não as pode aceitar. Elas deixam a igreja. Seus pais choram se perguntando o que deu errado. É porque elas foram ensinadas a "confiar e obedecer" (*confiar em) Deus e (*em) si mesmas.
Exceto quanto à reencarnação, não é diferente em princípio do que a doutrina do karma1 no hinduísmo. Se você se sair bem nesta vida, você vai voltar em uma exaltada vida após a morte. O velho concerto é o princípio pagão de que se pode ganhar a salvação e a vida eterna por meio de suas obras com a ajuda de Deus. É a fonte da apatia espiritual.
Não é de admirar que o livro de Gálatas fosse a vela de ignição para a mensagem de 1888. É a mensagem a Laodicéia. "A mui preciosa mensagem"2 honra e enaltece o grandioso sacrifício de Jesus com a verdade da purificação do santuário. O mesmo fez Paulo no livro de Gálatas.
Paulo percebeu que a única cura para o egocentrismo do galacianismo era "a verdade do evangelho" (Gál. 2: 5 e 14). Paulo ensinou-os a "obedecer ["ouvir" hupokeo] a verdade" (Gál. 3:1, 5:7). Quando Paulo estava no meio deles, os gálatas inclinaram-se para ouvir, ao ele proclamar Cristo e este crucificado. Seus "ouvidos" se tornaram "olhos", por assim dizer, de modo que eles "viram" Cristo "evidentemente crucificado entre” eles (Gál. 3:1).
Os gálatas esqueceram quem Paulo era, quem eles eram, onde eles estavam. Seus corações endurecidos foram derretidos pelo amor reconciliador do sacrifício de Jesus que pagou por eles. Uma coisa para os judeus é crucificar um deles. Mas para você matar o Filho de Deus é outra. Cristo toma o seu túmulo no inferno que você merece e em troca lhe dá a Sua vida eterna que Ele merece.
Esta verdade de coração humilde é "o escândalo da cruz" (Gál. 5:11). Não há ofensa na boa pregação de sermões legalistas. Ninguém vai ser perseguido por dizer às pessoas que elas devem obedecer. Entretanto, apelando para os pecadores virem ao pé da cruz defrontando o orgulho sufocado na poeira vai expor o pregador a “sofrer perseguição" (vs. 11).
Pedro e os discípulos amavam a Jesus, e assim declararam sua devoção a um homem. Jesus lhes disse que havia uma cruz no futuro deles. Pedro prometeu que nunca iria abandonar Jesus. Mas Pedro nunca calculou "o escândalo da cruz", e quando o medo tomou conta dele e dos outros, todos eles O abandonaram e fugiram. Não houve sequer um discípulo que honrou seu Salvador, declarando aos Romanos: "Se vocês O crucificarem, então vocês me cruciquem também!"
A única cura para tal medo de preservar o eu a todo custo é a "fé que opera pelo amor" (Gál. 5:6). "Equilíbrio" entre fé e obras não é a equação. Estritamente falando, não somos salvos pela nossa fé, muito menos por nossas obras. Se esse fosse o caso, teríamos algo de que nos gloriarmos, de que éramos tão inteligentes a ponto de ver uma boa barganha para a salvação.
Somos salvos pela "fé de Jesus"3 (Apoc. 14:12;. Gál. 2:16). "Deus repartiu a cada homem a medida da fé" (Rom. 12: 3). É um pecado alguém dizer que não tem fé. Se der um minúsculo passo e colocar o dedo na tomada elétrica, vai levar um choque. Se escolhe crer que Jesus é seu Salvador, este pequeno passo de aprender a crer vai crescer. E não há fim para a quantidade de "boas obras" que "a fé que opera pelo amor [Ágape]" pode produzir.
Há apenas um lugar em toda a Bíblia onde esta "fé que opera pelo amor" é chamada de "justificação pela fé", e é em Gálatas 5:5. "A justiça pela fé" é dom de Deus para cada homem. Ela está esperando para ser reconhecida. É "vista" (*como) o amor reconciliador do sacrifício de Jesus que move a alma para escolher dizer "não" à impiedade, e "SIM" para o poderoso Espírito Santo.
Justiça é o poder de Jesus Cristo vencendo a tentação do pecado e endireitando o que está errado. Cristo é a única fonte da "justiça de Deus." A Justiça de Cristo é a preparação que é necessária para obter "a esperança" da herança eterna da terra prometida a Abraão (2ª Pedro 3: 13; Atos 26: 6, 7, e Heb. 11: 9, 10).
Paulo expressa palavras positivas em relação à lei: "Ame o teu próximo como você acha natural amar a si mesmo" (Gál. 5:14). É ilógico ensinar como o evangelho da auto-estima o faz, que você só pode amar o próximo ao você aprender a amar a si mesmo. Se você se considera o mais importante, você nunca mais vai amar alguém da mesma forma — este é o evangelho segundo Lúcifer.
Em vez disso, o evangelho do Cordeiro crucificado ensina que Cristo ama você. Ele pagou um preço infinito ao tomar a sua sepultura. Você, assim, aprende a apreciar o seu valor em vista desta moeda Divino-humana. Cristo concede a você o dom do auto-respeito. Verdadeiramente torna o coração humilde!

- Paul E. Penno



Notas do tradutor:
1) Carma ou karma é uma das crenças hinduístas, e é um termo de uso religioso dentro das doutrinas budista, hinduista e jainista, adotado posteriormente também pela Teosofia, pelo espiritismo, e por um subgrupo significativo do movimento da Nova Era, para expressar um conjunto de ações dos homens e suas consequências. Este termo, na física, é equivalente a lei: "Para toda ação existe uma reação de força equivalente em sentido contrário". Neste caso, para toda ação tomada pelo homem ele pode esperar uma reação. Se praticou o mal então receberá de volta um mal em intensidade equivalente ao mal causado. Se praticou o bem então receberá de volta um bem em intensidade equivalente ao bem causado. Dependendo da doutrina e dos dogmas da religião discutida, este termo pode parecer diferente, porém sua essência sempre foca as ações e suas consequências.
2) Testemunhos para Ministros, pág. 91, sic;

3) Veja o artigo que publicamos neste blog em 19 de outubro, a propósito da lição 4 deste trimestre, Fé DE Jesus e Fé EM Jesus, por Alonso T. Jones. Originalmente havíamos intitulado tal artigo como Justificação pela Fé, mas o mudamos hoje para DE Jesus e Fé EM Jesus a fim de tornar mais evidente tal importante contraste.

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Biografia do autor, Pastor Paulo Penno:
Paulo Penno foi pastor evangelista da igreja adventista na cidade de Hayward, na Califórnia, EUA, da Associação Norte Californiana da IASD, localizada no endereço 26400, Gading Road, Hayward, Telefone: 001 XX (510) 782-3422. Foi ordenado ao ministério há 42 anos e jubilado em junho de 2016, Após o curso de teologia fez mestrado na Universidade de Andrews. Recentemente preparou uma Compreensiva Pesquisa dos Escritos de Ellen G. White. Recentemente também escreveu o livro “O Calvário no Sinai: A Lei e os Concertos na História da Igreja Adventista do 7º Dia,” e, ao longo dos anos, escreveu muitos artigos sobre vários conceitos da mensagem de justificação pela fé segundo a serva do Senhor nos apresenta em livros como Caminho a Cristo, DTN, etc. O pai dele, Paul Penno foi também pastor da igreja adventista, assim nós usualmente escrevemos seu nome: Paul E. Penno Junior. Ele foi o principal orador do seminário “Elias, convertendo corações”, nos dias 6 e 7 de fevereiro de 2015, realizado na igreja adventista Valley Center Seventh-day Adventist Church localizada no endereço: 14919  Fruitvale Road, Valley Center, Califórnia.
  
    Atenção, asteriscos (*…) indicam acréscimos do tradutor.
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