sexta-feira, 31 de julho de 2009

Lição 5 — Andando na Luz — Renunciando ao Mundanismo

A mensagem de 1888 era para "iluminar a terra com glória," uma luz que penetraria corações honestos no mundo inteiro. Uma "voz do céu" falaria a cada alma humana, "Sai de Babilônia, “povo Meu!” (Apoc.18:2).

Mas Sua mensagem não era uma exigência que horroriza, "Faça o impossível"! Em vez de ser uma viagem de obras do tipo faça-você-mesmo, era uma experiência de fé. Como queda de orvalho em colheitas secas, a mensagem era um banho de chuva suave de graça que "abundou muito mais" que toda a abundância que o demônio pudesse inventar. Deus não tentava achar uma maneira de manter você fora de céu, mas recebê-lo pronto para entrar.

Ellen White viu que a mensagem de 1888 era "a mensagem do terceiro anjo em verdade," "nova luz". Não era somente que Jesus perdoa os pecados; Ele salva do seu poder e escravidão. Há esperança mesmo para viciados.

Era uma nova visão da cruz de Cristo. Quando Cristo deu Seu sangue pelos pecados do mundo, Ele redimiu a raça humana perdida: "Ele, pela graça de Deus, [provou] a morte para todo o mundo" (Heb. 2:9). Em outras palavras, Ele morreu a segunda morte de cada pessoa, Seu castigo final pelo pecado. E fez todo isto antes que nós tivéssemos qualquer possibilidade de dizer sim ou não. O sacrifício de Cristo já o "livrou" do temor que o escravizou por "todo [seu] tempo de vida" (vs. 14, 15).

O sacrifício do Cristo inverteu para todos os homens a "condenação" que veio a nós todos "em Adão". Ele literalmente salvou o mundo do suicídio prematuro que o pecado teria trazido sobre nós. (Rom. 5:15-18).

Aqui há poder motivador! Experimentamos justificação pela fé, que é uma mudança de coração. Então, diz Paulo, "apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos". De agora em diante, nenhum sacrifício é por demais difícil de fazer do que aquele que você sabe que já o salvou do próprio inferno (Rom. 6:12 -14; 5:1). Tal amor prende a pessoa para viver para Ele.

Bem focalizado, justificação por fé é visto muito mais do que uma declaração legal de absolvição. Ninguém pode ser reconciliado a Deus e ao mesmo tempo não ser reconciliado a Sua lei santa. A justificação pela fé faz o pecador que crê tornar-se obediente a todos os mandamentos de Deus (Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, págs. 91-93). Este é o segredo de vencer os muitos vícios dessa praga da raça humana pecaminosa. Torna-se impossível para qualquer um que verdadeiramente crê no evangelho continuar em uma vida de pecado, que é transgressão da lei de Deus.

A mensagem de 1888 revelou uma nova e mais alta motivação—um interesse pela honra e justificação de Cristo (*ou seja, vindicação do Seu caráter, do caráter de Deus). A fé torna-se uma apreciação de coração do grande amor revelado na cruz, independentemente de um desejo por recompensa ou um temor do inferno. Tal "fé... que opera por amor" (Gal. 5:6).

Mais Boas novas. Todos nós estamos doentes espiritualmente e necessitamos de um médico para nossas almas. Jesus teve que sofrer treinamento especial qualificar-se como nosso grande Sumo Sacerdote. (Heb. 2:14-18).

Cristo como um Sumo Sacerdote veio tão perto de nós no Seu (*ato de) tomar nossa natureza humana que Ele sabe a força plena de todas nossas tentações. Qualquer que seja a sua tentação, não importa quão baixo você caiu em pecado, embora terrível seja seu sentimento de desespero, embora envenenada sua culpa, "Ele também pode salvar perfeitamente os que por Ele se chegam a Deus." Ele está de plantão 24 horas por dia, e nunca dorme (Heb. 12:4; 7:25). Você é como o único paciente que este Médico tem; Ele lhe dá Sua atenção de tempo integral.

--Robert J. Wieland

Tradução e acréscimos, marcados com asteriscos, de João Soares da Silveira

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Lição 4 – Andando na Luz – Guardando Seus Mandamentos

Companheirismo" com Deus é "conhecê-Lo". "Conhecer" a Deus é "guardar os Seus mandamentos” (1ª João 2:3). Isto não é um "relacionamento" motivado por temor quanto (*a ganhar) "nossa vida eterna nem nossa destruição eterna". Antes, é motivado por "amor de Deus" (1ª João 2:5).

Iniciar um "relacionamento" com Deus implica: procurá-Lo; expressar oração sincera; segue-se a fé; adoração, etc. (coisas que são todas boas). Mas pecadores não iniciam um relacionamento e "procuram a Deus," (*"Pela altivez do seu rosto o ímpio não busca a Deus; todas a suas cogitações são que não há Deus”) (1) , Salmo 10:4. O Bom Pastor veio "procurar e salvar o que se havia perdido" (Lucas 19:10).

Deus, em Cristo, legalmente adotou a família humana. João expressa isto nas palavras de Jesus: "Habita em Mim" (João 15:4, 7). João diz aos irmãos "estai nEle"(2) (1ª João 2:6; cf. 2:10). A raça de pecadores tem vida temporária em virtude de morte do Cristo pelos seus pecados. Cada indivíduo pode escolheu habitar nEle e então "andar" na vida dEle; ou podem escolher optar sair da família (*de Cristo) e continuar sua alienação pessoal de Deus andando fora de Sua vida.

Guardar "Sua palavra" (1ª João 2:5) significa crer na boa-nova do evangelho. É "o amor de Deus". Isto é "a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados do todo o mundo" (1ª João 2:2). Este presente ao mundo é o amor de Deus.

Jesus escolheu sacrificar Sua vida e pagar a penalidade final; morte eterna, de modo que ninguém jamais necessite ter que experimentar o que Ele passou em Sua cruz. Ele pagou o preço de eterna separação do Seu Pai. Ele permanentemente cedeu o uso independente da Sua divindade ao Pai. Morreu sem a esperança da ressurreição. Tudo isto foi para ganhar o companheirismo de corações humanos para Deus. Tal amor ao menos deve evocar um cordial "obrigado" de lábios humanos. Isso é fé.

A fé vê que Jesus ama os irmãos. Jesus ama "o mundo inteiro". O prazer de Jesus era fazer a vontade do Seu Pai. Sua vida inteira é uma caminhada nos mandamentos do Pai. Jesus disse, "Eu Sou a luz do mundo; aquele que Me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida" (João 8:12).

João ensina que é possível para pecadores "guardarem Seus mandamentos” (1ª João 2:3). Isto é "o amor de Deus aperfeiçoado" (1ª João 2:5). Assim João ensina perfeição de caráter.

Surge a pergunta: Como os pecadores podem guardar os mandamentos? Como E. J. Waggoner apropriadamente comentou: "Algumas pessoas esperam muitas coisas da humanidade; Deus não. Não se deve depender dela, e, portanto, somos exortados a tornar-nos participantes da natureza divina. A natureza humana sempre será imperfeita, mas a natureza de Deus pode tomar seu lugar, e isso é perfeição"(3).

A resposta é dupla: 1º) guardar "Sua palavra" (1ª João 2:5); e, 2º), estar "nEle" (1ª João 2:6).

Você pode escolheu pela fé crer na promessa de "Sua palavra". Todos os mandamentos são dez promessas do evangelho de Deus.

A justiça pela fé escolhe "habitar nEle". "Andar, assim como Ele andou" (1ª João 2:6). Não há vida fora de Cristo. Ele é o Doador pessoal da Vida que perdoa o pecado e limpa de "toda a injustiça" (1ª João 1:9). Permita Sua vida santa assumir a sua rotina diária.

O Apóstolo Paulo diz dos pagãos, que "têm seu entendimento obscurecido, estando separados da vida de Deus" (Efésios 4:18). À parte da Sua vida há escuridão. O Espírito Santo moveu David para dizer a Deus, "Porque em Ti está o manancial da vida; na Sua luz veremos a luz" (Salmo 36:9). Desde que a vida é a luz, isto é o mesmo que dizer, "Na tua vida veremos luz".

Como a vida de Deus deve ser obtida? A vida de Deus nos é outorgada pelo Espírito Santo (cf. João 7:37-39), que pode ser tida por pedir em sinceridade e fé (Lucas 11:13).

—Paul E. Penno


Tradução e acréscimos, marcados com asterisco, de João Soares da Silveira.

Notas do tradutor:
1) Mas você há de perguntar: E os retos? As minhas vistas foram, acidentalmente, neste exato momento, dirigidas ao Salmo seguinte, 11: 2 e 3: “os ímpios armam o arco, põem as flechas na corda, para com elas atirarem, às escuras, aos retos de coração,” porém “Se forem destruídos os fundamentos, que poderá fazer o justo?” Pensei então no “fundamento” do evangelho. Cristo, e Este crucificado, o que exige Alguém que deveria morrer, e para tal ter a natureza caída, Sujeito à morte, para nos revestir com a Sua justiça. “Se esta base for removida, “que poderá fazer o justo?”
“A humanidade de Cristo é tudo para nós. É a corrente de ouro que liga nossa alma a Cristo, e por meio de Cristo a Deus. Isto deve constituir nosso estudo.” (Mensagens Escolhidas, pág. 244, 2º §. “Este vestido, fiado nos teares do Céu, não tem um fio de origem humana. Em Sua humanidade, Cristo formou caráter perfeito, e oferece-nos esse caráter. ‘Todas as nossas justiças’ são ‘como trapo de imundícia’ (Isaias 64: 6). Tudo que podemos fazer de nós mesmos está contaminado pelo pecado. Mas o Filho de Deus ‘Se manifestou para tirar os nossos pecados; e nEle não há pecado’ (1ª João 3:5)” (Parábolas de Jesus, pág, 311, 5º §, e Maranata – Meditações Matinais, pág. 76, 5º §).
Se ensinarmos algo diferente disto, estaremos removendo o grande marco do evangelho. Estaremos entesando a corda, disparando flechas da incredulidade, empanando o evangelho. A glória do Filho de Deus está na Sua humilhação de descer ao fundo do poço, 100% homem, para nos tirar dele. Ele a escada de Jacó, sem omissão de um degrau sequer—“Deus conosco” realmente.
“Cristo é a escada que Jacó viu, tendo a base na Terá, e o topo chegando à porta do céu, ao próprio limiar da glória. Se aquela escada houvesse deixado de chegar à Terra, por um único degrau que fosse, teríamos ficado perdidos. Mas Cristo vem ter conosco ...” (O Desejado de Todas as Nações, pág. 311, 6º §).

2) Como pode alguém habitar em outra pessoa? Como posso eu estar em alguém, ou alguém estar em mim? Humanamente pensando é impossível, e não há como entendermos isto. E o problema se agrava porque este Alguém é um Ser Santo, Imaculado. Como pode Ele habitar no João, mísero pecador? Isto tem que ser aceito pela fé. E a base da fé é um exato conhecimento de Deus. Conhecendo-O descobri que a única maneira de crer que é possível, é porque Ele já fez isto uma vez. Ele já veio a este mundo e assumiu a nossa natureza pecaminosa, habitou em carne humana caída, entretanto sem pecado, e o que Ele fez uma vez, Ele pode fazer outra vez. Em verdade Ele está desejoso de o fazer, e só não o fará se O impedirmos.

3) E. J. Waggoner, "Andando na Luz," The Present Truth (A Verdade Presente) 9, 30 (26 de outubro de 1893), pág. 467.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

A Doutrina da Carne Santa – Lição de 13/07/09


No meio da página da lição de 13/07/09, falando sobre os versos 8 e 9 de 1ª João 1, a respeito da prática do pecado, a lição diz: “No verso 8, João parece estar lidando com a crença de que os seres humanos não são pecadores ...” (grifamos)

Veio-me imediatamente à mente que parece que João está lidando com algo semelhante com o que aconteceu no ano de 1900, no estado de Indiana nos EUA. Refiro-me ao movimento da carne santa.

Em Mensagens Escolhidas, vol. 2, págs. 31 em diante, os compiladores afirmam que aqueles irmãos “Pretendiam que quando Cristo passou pela angústia do Getsêmani obteve carne santa como Adão possuía antes da queda. Essa teoria alegava que aqueles que seguem o Salvador precisam também adquirir o mesmo estado de inocência física como preparo essencial para a trasladação (Grifamos).

“Os pastores Haskel e Breed, dois dos nossos destacados ministros denominacionais, foram enviados à reunião campal realizada em Indiana de 13 a 23 de setembro de 1900, a fim de enfrentar esse fanatismo."

Esse é o relatório dos "Compiladores", constante do preâmbulo do capítulo 3 do 2º volume de Mensagens Escolhidas, pág. 31, e, em verdae foi redigido pelo Pr. Arthur White, neto da Sra. White, em 1958, e se baseou numa carta (extranhamente de 4 anos depois) do irmão Burton Wade, de 86 anos de idade, e que estivera na conferência de Indiana quando jovem, e 62 anos depois diz se lembrar do que alí ocorreu. Ele diz que os irmãos de Indiana, devido Cristo ter passado pela angústia do Getssêmani obteve carne santa. Entretanto,

Dois dias depois de encerrada a conferência, em 25 de setembro de 1900, o pr Heskel escreveu duas cartas à Sra. White, que estava retornando da Austrália. A primeira ele mandou pelas mãos do Pr. Edson White, filho da Sra. White, que estava de viagem para a costa oeste dos EUA para encontrar-se com ela que estava chegando da Austrália.

A segunda carta ele mandou via postal. Estas duas cartas estão disponíveis para consulta nos arquivos dos Depositários do Patrimônio de Ellen White. Esta segunda carta é mais rica em detalhes, e ele relata a ela: "Quando em afirmei que nós criamos que Crsito nasceu com a natureza humana caída, eles nos representaram como se crêssemos que Cristo pecou. ... eles acreditam que Cristo possuía a natureza de Adão antes do pecado"

Disto tudo concluímos que o relatório do Pr Hakel é mais confiável, pois que as duas cartas, especialmente a segunda, são bem claras nas afirmações de que os irmãos de Indiana "acreditam que Cristo possuía a natureza de Adão antes do pecado", com a qual nasceu.

Também o Pr G. A. Roberts, que também esteve presente na conferência de Indiana afirmou que Hebreus 2: 7-14 era usado pelos membro do movimento da carne santa para mostrar que Cristo havia nascido com carne santa.

Assim esses acontecimentos foram revelados à Sra. White em janeiro de 1900, e ela deu testemunho de advertência e reprovação contra isso, em duas mensagens” que mencionaremos a seguir.

Primeira mensagem: [Pág. 31] “A Doutrina da "Carne Santa"

[Pág. 32] “Mediante esse movimento e ensino o inimigo tem estado operando para desencaminhar almas.

“O ensino dado com relação ao que é denominado "carne santa" é um erro. Todos podem obter agora corações puros, mas não é correto pretender nesta vida possuir carne santa. ... Nem uma pessoa dentre vós tem agora carne santa. ... É uma impossibilidade.

“... Seja esse aspecto de doutrina levado um pouco mais longe, e conduzirá à pretensão de que seus defensores não podem pecar; de que uma vez que tenham carne santa, suas ações são todas santas. Que porta de tentação se abriria assim!

“As Escrituras nos ensinam a buscar santificar corpo, alma e espírito a Deus. Nesta obra, devemos ser co-obreiros de Deus. Muito se pode fazer para restaurar a imagem moral de Deus no homem, para melhorar as faculdades físicas, mentais e morais. ... E se bem que não possamos pretender a perfeição da carne, podemos possuir perfeição cristã da alma. ... Pela fé em Seu sangue, todos podem ser aperfeiçoados em Cristo Jesus. ...

[Pág. 33] “... Fui instruída a dizer aos de Indiana que estão defendendo doutrinas estranhas: Estais dando feição errada à preciosa e importante obra de Deus. ...

“Quando os seres humanos receberem carne santa, não permanecerão na Terra, mas serão levados ao Céu. ... É por ocasião de Sua vinda que Cristo deve transformar "nosso corpo abatido, para ser conforme o Seu corpo glorioso". Filip. 3:21. ... Repetidas vezes, no avanço de nossa obra, têm surgido movimentos fanáticos, ...

[Pág. 34] “... depois da passagem do tempo em 1844, levantou-se o fanatismo em várias formas. Alguns sustentavam que ... julgavam que a carne santificada não podia pecar, ...” General Conference Bulletin, (Boletim da Assembléia da Conferência Geral de 1901) 23 de abril de 1901. ...

Segunda mensagem: [Pág. 37] “A História se Repetirá ...Mas em janeiro último o Senhor mostrou-me que seriam introduzidos em nossas reuniões campais teorias e métodos errôneos, e que a história do passado se repetiria. Senti-me grandemente aflita. Fui instruída a dizer que, nessas demonstrações, acham-se presentes demônios em forma de homens, trabalhando com todo o engenho que Satanás pode empregar para tornar a verdade desagradável às pessoas sensatas; ... Assim busca Satanás pôr seu selo sobre a obra que Deus quer que se destaque em pureza. ...” (Grifamos)

Façamos uma pausa aqui: A serva do Senhor profetizou que “a história do passado se repetiria”, assim grupos que pretendam que Cristo tenha vindo na natureza de Adão antes da queda, não são mera coincidência, mas propósito firme de Satanás de repetir a história, facetas similares ao movimento da carne santa. Um cumprimento da profecia. Elas tiram do evangelho a sua essência de uma dádiva (João 3:16) completa, incondicional, “com risco de perada eterna,” e dão a Satanás o argumento de que o sacrifício de Cristo não foi completo, pois este falso cristo não seria 100% Deus Conosco, uma vez que não assumira a condição total dos que teria vindo salvar. Ele não teria descido ao fundo do poço em que nos encontramos.

Mas, voltemos à palavra inspirada:

[Pág. 38] “... Instruções claras e definidas têm sido dadas a fim de todos entenderem. Mas a comichão do desejo de dar origem a algo de novo dá em resultado doutrinas estranhas, e destrói largamente a influência dos que seriam uma força para o bem, caso mantivessem firme o princípio de sua confiança na verdade que o Senhor lhes dera. ...

Irmão e irmã Haskell, ... A verdade precisa ser apresentada em linhas bem definidas pelos fiéis embaixadores do Senhor. ...” Carta 132, 1900.


Tenha um feliz sábado com a compania de Deus

Lhe deseja o irmão em Cristo,

João Soares da Silveira

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