quinta-feira, 7 de julho de 2016

Lição 2 — Restauração do domínio, por Arlene Hill



Para 2 a 9 de julho de 2016

Nossa lição desta semana faz uma pergunta intrigante: “O que a Igreja pode fazer para ajudar as pessoas a recuperarem um pouco do que foi perdido após a trágica queda de nossos primeiros pais no Éden?”1
Muitas pessoas definem o que foi perdido no Éden em termos egocêntricos. Adão e Eva tinham ocupações interessantes e não eram trabalhos difíceis ou duros. Você podia comer uma refeição completa apenas por apanhar e comer o que estava crescendo no jardim espontaneamente. Eles podiam brincar com todos os animais, e tinham um ao outro por companhia. Pessoas que entendem algo sobre Deus podem até incluir o fato de que Adão e Eva tinham acesso a Ele face a face. Estavam unificados com o universo inteiro por estarem ligados com o Criador de todas as coisas e em comunicação com Ele. Quando decidiram rebelar-se, a desunião resultante os separou dessa preciosa unidade com Deus. Todo o plano de salvação é o esforço de Deus para lidar com as consequências da escolha deles em romper a união.
Em Sua oração registrada em João 17: 22,23 Jesus orou: "E Eu dei-lhes a glória que a Mim Me deste, para que sejam um, como nós somos um: Eu neles e Tu em Mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que Tu Me enviaste a Mim, e os tens amado a eles como Me tens amado a Mim".
Que conceito fenomenal, que, em Cristo, somos amados assim como o Pai ama o Filho. A Divindade consiste de três seres separados, mas atuando em completa unidade, porque o amor que sentem um pelo outro é perfeito Ágape. Não há egoísmo nesse amor, e é sugerido que, conquanto unificadamente  iguais, eles não exercem domínio um sobre o outro.
Os seres criados, especialmente os caídos, não podem se relacionar com tal conceito de amor, porque o nosso conceito de amor é centrado em torno de nós mesmos. Ao escolher um cônjuge, dizemos a nós mesmos que queremos o “melhor” quando realmente queremos dizer o mais bonito, da melhor família, com melhor potencial de ganhos, ou alguns outros critérios egocêntricos.
Quando falamos de unidade na igreja, definimos isso como a maioria crendo do mesmo modo, mas a completa unidade é geralmente considerada impossível. A fim de ser unificados como Cristo descreve em Sua oração, vai Deus nos mudar de termos livre arbítrio para autômatos, anonimamente concordando com tudo o que Ele diz? Não, Ágape não pode fazer isso, porque o amor só existe quando não forçado. Ninguém pode forçar outro a realmente amá-lo. Ao exercer o domínio pela força, uma pessoa pode amar falsamente, mas para sobrevivência, não por amor genuíno.
A mensagem de 1888 ensina uma perspectiva única em sua ênfase especial sobre o conceito de Ágape como amor incondicional. Jesus amava a Pedro, mas quando avisou que Pedro O negaria, este deixou o orgulho dominar, o que o levou a dizer, essencialmente a Jesus que Ele estava errado. Jesus o amou mesmo assim. Judas, também por causa de seu orgulho, iria rejeitar o amor que Jesus tinha por ele. Uma vez que “nEle foi colocada a iniquidade de nós todos” (Isaías 53:6), Jesus levou os pecados de Judas à cruz e morreu sua segunda morte, que é o salário do pecado. Ele provou “a morte por todos” (Heb. 2:9).



Isso pode parecer bom demais para ser verdade, levando alguns a perguntar: “‘Você está querendo ensinar salvação universal?’ . . . (*e o mensageiro responde:) “—Queremos ensinar apenas o que a Palavra de Deus ensina — que  ‘a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos os homens’ (Tito 2:1)”. Deus operou a salvação por todos os homens, e a todos a concedeu; mas a maioria a desprezou e jogou fora. O juízo irá revelar o fato de que a salvação completa foi dada a cada pessoa, e os perdidos deliberadamente lançaram fora a posse que, por direito de nascença, lhes cabia”.2
Mas a pergunta intrigante da lição permanece: “O que a Igreja pode fazer para ajudar as pessoas a recuperarem um pouco do que foi perdido após a trágica queda de nossos primeiros pais no Éden?”1 O título de nossa lição é "Restauração do Dominio", mas sobre o que Deus deu domínio aos seres humanos?
 “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e mais todos os répteis que rastejam sobre a terra” (Gên. 1:26). Não nos foi dado “domínio” sobre outros seres humanos, apenas sobre a flora, a fauna e a terra. Paulo confirmou isso quando disse Não que tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos cooperadores de vosso gozo; porque pela fé estais em pé” (2ª Cor. 1:24).
A parábola do semeador (Mat. 13:1-9) sugere que há diferentes categorias de pessoas, mesmo na igreja. Muitos se contentam com a “religião de multidão”, felizes ao ouvirem um sermão divertido uma ou duas vezes por mês, mas não deixando nada ir mais fundo. Essas pessoas são representadas pela semente que cai no chão e nunca realmente se enraíza. No “terreno pedregoso”, pessoas inicialmente recebem a palavra com alegria, mas não se firmam em sua fé quando as provações assaltam. Pessoas permanecem na igreja por muitas razões, mas é preciso testar-nos quanto a qualquer tipo de orgulho, inclusive o orgulho denominacional.
A igreja adormecida se contenta com a religiosidade de “multidões” ou com a do “terreno pedregoso”, não podendo aprender o amor não-egoísta sem se despertar para aceitar a mensagem a Laodiceia pela Testemunha Verdadeira (Apocalipse 3). Precisamos concordar com a Sua avaliação da nossa condição cega e tomar o Seu conselho de que precisamos de colírio para trocar a nossa justiça própria por Seu caráter de vestes puras.
Sem esse reconhecimento e arrependimento, devemos entender que o domínio pode ser uma coisa perigosa em pessoas que não são governadas por um amor não-egoísta. Para a igreja ser capaz de mostrar corretamente ao mundo uma restauração do domínio do Éden, precisa experimentar a unidade do Ágape de Deus antes que lhe possa ser confiado o domínio. Quanto mais a igreja se une sob a égide desse amor, mais ela mostra ao mundo que é a única base de unidade. Qualquer pensamento de restaurar o domínio melhor se dirigiria a restaurar o domínio sobre nós mesmos, que perdemos na Queda.
É a avaliação da Testemunha Verdadeira da Igreja de Laodiceia que diz: “Rica sou e aumentada com bens, e não tenho necessidade de nada” (Apoc. 3:17, Versão King James). Esta justiça própria e auto-percepção de  pureza doutrinária é a causa de sua “indiferença” e legalismo. Seu amor próprio é exposto na necessidade de Ágape de Deus. Daí, o apelo de Cristo para que ela se arrependa. Em outras palavras, trocar as suas ideias de justiça pela fé em Seu justo Divino amor abnegado demonstrado na cruz. A mensagem de 1888 foi sempre de alegria e esperança resultantes do arrependimento que a Noiva de Cristo deve ter, a fim de estar preparada para a segunda vinda.
Ellen White nos desafia: "O Senhor pede uma renovação do reto testemunho dado em anos passados. ​​Pede uma renovação da vida espiritual. As energias espirituais de Seu povo têm estado por muito tempo entorpecidas, mas deve haver uma ressurreição da morte aparente. Mediante oração e confissão do pecado, devemos abrir o caminho do Rei. Ao fazermos isso, o poder do Espírito nos sobrevirá. Necessitamos da energia pentecostal. Esta virá; pois o Senhor tem prometido enviar o Seu Espírito como o poder que tudo vence".3 Ore para que isso aconteça em breve.

Arlene Hill
Notas:
1) Lição da Esc. Sabatina, edição dos professores, página 16, duas últimas linhas.
2) Ellet J. Waggoner, The Glad Tidings [Boas Novas] pp. 13, 14 (Glad Tidings ed.).
3) Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, págs. 307, 308.

Nota adicional:                  
Esta lição, em inglês, está na internet em: http://1888mpm.org

A irmã Arlene Hill é uma advogada aposentada da Califórnia, EUA. Ela agora mora na cidade de Reno, estado de Nevada, onde é professora da Escola Sabatina na igreja adventista local. Ela foi um dos principais oradores no seminário “É a Justiça Pela Fé, Relevante Hoje?”, que se realizou na sua igreja em maio de 2010, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, localizada no endereço: 7125 Weest 4th Street, Reno, Nevada, USA, Telefone  001 XX (775) 327-4545; 001 XX (775) 322-9642. Ela também foi oradora do seminário “Elias, convertendo corações”, realizado nos dias 6 e 7 de fevereiro de 2015, na igreja adventista Valley Center Seventh-day Adventist Church localizada no endereço: 14919 Fruitvale Road, Valley Center, Califórnia.

Nota: Asteriscos (*) indicam acréscimos feitos pelo tradutor.

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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Lição 1 — A “Restauração de Todas as Coisas”, por Paulo Penno



Para 25 de junho a 2 de julho de 2016

Como o mal começou no mundo perfeito que Deus criou “no princípio”? A resposta é surpreendente. Os seres humanos convidaram o diabo, abriram a porta para ele, o acolheram. E esses seres humanos foram os nossos primeiros pais, Adão e Eva. O diabo não se introduziria na vida deles a menos que nossos primeiros pais o acolhessem em sua casa. Podemos entender isso ainda hoje, pois o mal não pode invadir o coração de uma pessoa e controlá-la a menos que esta primeiro dê o seu consentimento. Ao criar o homem “à Sua imagem”, o Criador o dotou com a capacidade de raciocinar e escolher. O inimigo aproveitou-se dessa liberdade e enganou o homem.
O que é mais razoável — aceitar a Bíblia pela fé, ou a evolução pela fé? A evolução é a ideia imaginada pelo homem do que “poderia ter sido”.
A Bíblia ensina a decadência, ou seja, o homem despencou de sua condição original. Isto está em completa harmonia com a lei natural mais simples e mais facilmente vista da natureza — de que tudo fica velho, se desgasta, ou entra em decadência. O homem foi criado “à imagem de Deus” e vagou para longe de seu lugar original de honra, mas ele ainda é um filho de Deus através de Cristo, e é amado por seu Pai celestial. A evolução ensina que o homem é essencialmente apenas um animal para quem a sobrevivência do mais forte é a lei da selva. Quem pode estimar a crueldade e a injustiça, a desumanidade do homem para com o homem, que esta “teoria” tem produzido em nosso triste mundo? Quem você prefere considerar-se? Um filho de Deus ou meramente um animal inteligente?
Um animal preso numa armadilha nada conhecerá, a não ser o medo físico; mas um ser humano criado à imagem de Deus tem capacidades infinitas para a vida e alegria eternas, não apenas eterna existência. Ao contrário dos animais, podemos conhecer sonhos brilhantes de “vida muito mais abundante”.
Eva realmente acreditou no engano da serpente; Adão não. Ele se uniu a ela no seu tropeço só porque a amava. Fosse o que pudesse ser essa coisa misteriosa e desconhecida a vir, que Deus chamou de “morte”, ele escolheu compartilhá-la com ela. Mas o engano original da mãe Eva incluiu a ideia de que não haveria morte: “Certamente não morrereis” a serpente astutamente lhe assegurou. Aqui está a origem da ideia da imortalidade natural da alma humana.
Os descendentes de Eva se dividiram em dois campos: “Certamente morrereis” — os que acreditaram no engano e os que mantiveram firmemente a verdade original revelada de Deus. E havia aqueles que acreditaram na mentira da serpente, “certamente morrereis”.
Seus três enganos foram tecidos juntos num só fio: (1) Não haverá morte, pois Eva acreditou na serpente de que a natureza do homem é imortal; (2) o “conhecedores do bem e do mal” é essencial, pois há uma conjunção de opostos; e (3) “sereis como Deus”, pois a divindade habita dentro de cada alma humana imortal e aguarda apenas a sua auto-realização.
Os descendentes de Adão e Eva que se arrependeram sinceramente da sua loucura e mantiveram uma lealdade firme à verdade original de Deus foram chamados de “filhos de Deus” (Gên. 6:2). Eles se tornaram os progenitores de uma linha ininterrupta de gerações de adoradores fiéis de Deus, que acreditavam que o homem tinha perdido a imortalidade pela rebelião contra Ele e podiam obtê-la somente através da fé num Salvador divino por vir, e em Seu sacrifício. Estes crentes fiéis na verdade de Deus abrigavam a promessa que Ele fez à serpente na presença do par culpado no Éden: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gên. 3:15). Aqui está a semente das boas novas que se desenvolveu através dos séculos até que o grande carvalho da verdade chegou a ser totalmente amadurecido no Novo Testamento.
Considere esta garantia preciosa que trouxe esperança para a raça humana: Esta “inimizade” contra a serpente é algo que não é natural para o coração humano. Ninguém nasce com ela. Deus coloca esta inimizade contra o mal no coração através do grande sacrifício mencionado nessa promessa. É um dom da graça. Satanás terá seus seguidores conhecidos como “tua semente”. “A mulher” também terá “semente”. E haverá “inimizade” ou guerra entre as duas “sementes”. Um Libertador virá na pessoa de “semente” da mulher, descendente de Adão e Eva. Esta é uma profecia da vinda de Jesus.
Satanás terá sucesso em ferir a semente da mulher no “calcanhar” — uma profecia  “semente” da eventual crucificação do Filho de Deus na cruz. Mas a aparente derrota de Cristo irá revelar-se uma vitória gloriosa; Ele irá esmagar a cabeça da serpente e matá-la.
O povo de Deus acariciou esta promessa durante milhares de anos, esperando a vinda do Libertador. Satã (a serpente) foi derrotado pelo sacrifício de Cristo, e o longo reinado do pecado e do mal para ser levado a um fim.
Será que o pecado de Adão nos transmite tendências irresistíveis para o pecado? Não seria mais correto afirmar que o pecado de Adão nos transmite tendências para o pecado que venceram todos os seres humanos, exceto a Cristo, e que são “irresistíveis” para nós se não temos um Salvador? Se dizemos que as tendências para o pecado transmitidas por Adão são verdadeiramente “irresistíveis”, não estamos sob o perigo de repetir a acusação de Satanás de que a lei de Deus não pode ser observada pelo homem caído? A ideia de que as nossas tendências naturais para o pecado são “irresistíveis” não seria responsável pela imoralidade e antinomismo que permeia o mundo e até mesmo a igreja morna? Esta parece ser uma espécie de derrotismo calvinista.
A mensagem de 1888 promove a tese surpreendente de que as tendências para o pecado são resistíveis — se somente compreendermos e crermos no evangelho de Jesus Cristo. E parte dessa “boa notícia” é que Jesus revelou em Sua carne humana que essas tendências são de fato completamente resistíveis. Isto não é fanático “perfeccionismo”, mas uma reverente apreciação da mensagem da justiça de Cristo.
Cristo veio para salvar a raça perdida, caída e degradada. Na Sua doação de vida no Calvário, Ele fez uma expiação abundante para os pecados de todo o mundo. Nenhum pecado pode ser cometido para o qual satisfação não haja sido dada no Calvário. Esta foi também uma das características distintivas da mensagem de 1888 — que Jesus fez mais do que apenas apresentar uma oferta — Ele deu o dom da Sua própria justiça a toda a humanidade, e a única razão pela qual toda a humanidade não seria justificada por esse dom seria porque tantos se recusam a participar do presente dado livremente.
Pedro no Pentecostes falou sobre a recepção celestial de Cristo desta forma: “...a quem o céu receba até os tempos da restauração de todas as coisas ...” (Atos 3:21) (*“O qual convém que o céu contenha até o tempo da restauração de tudo ...” (Alm. Fiel). O pensamento paralelo temos em Apoc. 19: 71 — Cristo não pode retornar até esta “restituição” ter lugar.
Em numerosas declarações de Ellen G. White, esta “restituição” é descrita como a “restauração da imagem de Deus no homem”,2 etc. Isto é equivalente ao selo de Deus colocado na testa. Tal “restituição” certamente implica uma vindicação de Deus e Seu plano de salvação. Não pode ser mera imputação legal, pois se fosse, os “tempos da restauração de todas as coisas” teriam se dado ao tempo de Abel, quando foi assassinado por Caim, pois ele foi legalmente declarado justo por imputação então, há muito tempo. Os “tempos” de que Pedro fala são sem sentido, a menos que se refiram a quando a justificação pela fé for totalmente comunicada como uma “aptidão para o céu”.

--Paul E. Penno
Notas:

1)       “Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos glória: porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a Sua esposa se aprontou”.

2)       Ellen G. White, "Este Homem Recebe Pecadores," Signs of the Times, de 15 de Jan. de 1894.


Note:
Esta lição estána internet em: 
http://1888mpm.org

Paulo Penno foi pastor evangelista da igreja adventista na cidade de Hayward, na Califórnia, EUA, da Associação Norte Californiana da IASD, localizada no endereço 26400, Gading Road, Hayward, Telefone: 001 XX (510) 782-3422. Ele foi jubilado em junho de 2016, tendo sido ordenado ao ministério há 42 anos. Após o curso de teologia ele fez mestrado na Universidade de Andrews. Recentemente ele preparou uma extensiva antologia dos escritos de Alonzo T. Jones e Ellet J. Waggoner, a qual está incluída na Compreensiva Pesquisa dos Escritos de Ellen G. White. Recentemente também ele escreveu o livro “O Calvário no Sinai: A Lei e os Concertos na História da Igreja Adventista do 7º Dia,” e, ao longo dos anos, escreveu muitos artigos sobre vários conceitos da mensagem de 1888. O pai dele, Paul Penno foi também pastor da igreja adventista, assim nós usualmente escrevemos seu nome: Paul E. Penno Junior. Ele foi o principal orador do seminário “Elias, convertendo corações”, nos dias 6 e 7 de fevereiro de 2015, realizado na igreja adventista Valley Center Seventh-day Adventist Church localizada no endereço: 14919 Fruitvale Road, Valley Center, Califórnia.
Atenção, asteriscos (*…) indicam acréscimos do tradutor.