quinta-feira, 29 de setembro de 2011

O que Paulo nos diz em Gálatas, Por Robert J. Wieland,

Para todo o quatro trimestre de 2011

1. Ele adverte contra um falso evangelho em oposição a "verdade do evangelho" (1:6-12; 2:5, 14).

2. O entendimento de Paulo daquela "verdade" obrigou-o a contender com a liderança da igreja de sua época. Seu entendimento foi mais claro do que a dos apóstolos Pedro, ou Tiago (1:16-20; 2:12-14).

3. "Todos os homens" que são pecadores não são aceitos por Deus por qualquer coisa boa que eles possam fazer, mas "pela fé em Jesus" (2:15-19).

4. Honestos corações humanos se identificam com Cristo em Sua cruz. Tal como acontece com Ele, o resultado natural é o seguinte: o eu é crucificado. A menor mancha do legalismo "frustra a graça de Deus" e nega a cruz (2:20, 21).

5. A alternativa para "a verdade do evangelho" tem de se tornar uma forma de espiritismo. "A pregação da fé" é uma apreciação (*que brota) do coração pelas Boas Novas do Evangelho; ela opera maravilhas (3:1-5).

6. Todos os seres humanos crentes repetem a experiência da incredulidade de Abraão seguido por seu aprendizado para crer (3:6-9).

7. "A maldição" da lei não é a obediência a ela, mas a desobediência. A experiência de Cristo na Sua cruz foi esta "maldição", o horror de nossa segunda morte (3:10-14).

8. A lei foi escrita em pedra por causa da incredulidade de Israel do velho concerto, mas isso não invalida a promessa de Deus no novo concerto para escrevê-la no coração (3:16-21).

9. A lei escrita em pedra do velho concerto servia como um policial dirigindo Israel sob o legalismo, até que devesse voltar à experiência de Abraão da justificação pela fé (3:22-29).

10. Todos os que vivem sob um sentimento de condenação e medo são como um menino descalço supervisionado pelos escravos na fazenda, conquanto tenha nascido para ser o herdeiro do espólio (4:1-3).

11. O dogma da Imaculada Conceição (*de Maria ou mesmo só de Jesus) nega a verdade da completa identidade genética de Cristo com a nossa raça humana caída, que é necessária para a verdadeira redenção do pecado (4:4-7).

12. "A mensagem do terceiro anjo, em verdade"A é a plena verdade libertadora do novo concerto (4:16-31).

13. Salvação pela fé não pode ser entendida a não ser que a fé seja entendida como aquela “fé que opera por amor [Ágape]" (5:1-6)

14. Proclamar "a verdade do evangelho" sempre traz perseguição ao anunciador das boas novas do evangelho (5:11, 12).

15. A liberdade genuína inerente à verdadeira fé nunca produz licença (*certificado) (5:13, 14).

16. O Espírito Santo é mais forte do que a "carne" com todos os seus vícios pecaminosos. Portanto, se alguém entende e crê na "verdade do evangelho", pregada por Paulo, achará fácil ser salvo e difícil se perder (5:16-18; compare Mat. 11:28-30, Atos 26:14.).

17. "Andar no Espírito" é crer que Ele está segurando sua mão, e não vice-versa (5:18-25; compare Isa 41:10, 13).

18. Nós não podemos realmente ajudar alguém a menos que possamos sinceramente nos colocar em seu lugar (a sorte dele pode vir a ser a minha, exceto pela graça de Deus) (6:1-6).

19. A marca final da besta será "perseguição por causa da cruz de Cristo." A "verdade do evangelho", como é em Gálatas será, portanto, parte do "alto clamor" final que irá iluminar a terra com glória (6:12, 13).

20. Entender e crer neste evangelho da cruz livra a pessoa do cativeiro do mundanismo em todas as suas formas (6:14).

Robert J. Wieland


O irmão Roberto J. Wieland foi um pastor adventista, a vida inteira, missionário na África, em Nairobe e Kenia. É autor de inúmeros livros. Foi consultor editorial adventista do Sétimo Dia para a África. Ele deu sua vida pela África. Desde que foi jubilado, até sua morte, em julho último, aos 95 anos, viveu na Califórnia, EUA, onde ainda era atuante na sua igreja local.

Ele é autor de dezenas de livros.

Em 1950 ele e o pastor Donald K. Short, também missionário na África, em uma das férias deles nos Estados Unidos, fizeram dois pedidos à Conferência Geral:

1º) que fossem publicadas todas as matérias de Ellen G. White sobre 1888, e

2º) que fosse publicada uma antologia dos escritos de Waggoner e Jones.

38 anos depois, em 1988, a Conferência Geral atendeu o primeiro pedido, o que resultou na publicação de 4 volumes com um total de 1821 páginas. Quanto ao segundo pedido até hoje não foi o mesmo ainda atendido, muito embora haja inúmeras recomendações da serva do senhor à mensagem e às pessoas deles. Esta é uma das muitas evidências de que a liderança até hoje ainda reluta em aceitar plenamente a mensagem de 1888 de justificação pela fé, uma vez que isto significaria reconhecer a rejeição dela por parte de antigos líderes.


Nota do tradutor:

A) O que acima o Pastor Roberto J. Wieland destacou entre aspas ele colheu de Mensagens Escolhidas, volume 1, pág. 372, onde a serva do Senhor diz “Vários me escreveram, indagando se a mensagem da justificação pela fé é a mensagem do terceiro anjo, e tenho respondido: ‘É a mensagem do terceiro anjo, em verdade’.” Originalmente esta declaração foi publicada na “The Review and Herald” de 1º de abril de 1890. É salutar esclarecermos mais uma vez, como já temos feito muitas vezes no blog http://agape-edicoes.blogspot.com, que na literatura adventista, a expressão “mensagem do terceiro anjo” e “as três mensagens angélicas” são equivalentes.

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Lição 1, Paulo: Apóstolo dos Gentios, por Paul E. Penno

Para 24 de agosto a 1º de setembro de 2011

Aprendeu você a amar a epístola aos gálatas? Ou é chata, tediosa, confusa? Ela foi a faísca que inflamou reformas gloriosas na vida de pessoas desde os tempos de Martinho Lutero. Assim, você deve aprender a familiarizar-se com ela e amá-la, para deixar seu coração se deleitar com as suas poderosas boas novas.

Como é que uma pessoa morna, sensual, meio mundana, meio fria, meio quente, começa a ser "incendiada" como Paulo o foi? A resposta é —Gálatas. As pessoas se perguntam por que a epístola aos gálatas poderia conter nela um tal dinamite do evangelho, que uma vez virou a Europa de cabeça para baixo.

A declaração da "teoria da aceitação" da mensagem de 1888 de justificação pela fé é feita na introdução do nosso guia de estudo das lições deste 4º trimeste de 2011, com estas palavras: "Através do estudo de Gálatas, E. J. Waggoner e A. T. Jones ajudaram a Igreja Adventista na década de 1880 e 90 a redescobrir a verdade da justificação pela fé" (O evangelho em Gálatas, pág. 2). A palavra "redescobrir" é a palavra eficaz. Isso não pode ser mantido em vista do que Ellen White escreveu em 1896 (*8 anos depois da rejeição da liderança à mensagem de 1888): "A indisposição de ceder a opiniões preconcebidas, ... [ocorreu] em Minneapolis contra a mensagem do Senhor através dos irmãos [E.J.] Waggoner e [A.T.] Jones. Excitando aquela oposição Satanás teve êxito em afastar do povo, em grande medida, o poder especial do Espírito Santo que Deus anelava comunicar-lhes. ... Sofreu resistência a luz que deve iluminar toda a Terra com a sua glória [Apoc 18:1), e pela ação de nossos próprios irmãos tem sido, em grande medida, conservada afastada do mundo" (Mensagens Escolhidas, livro 1, págs. 234, 235).

A igreja ainda tem de identificar a justificação pela fé com a verdade do santuário “numa só mente”1 com Deus. Até à presente data justificação é vista, assim como nas outras denominações (*evangélicas), com uma mera transacção legal, que não transforma o coração alienado de Deus. A igreja seria virada de cabeça para baixo se ela capiturasse as "grandes idéias" em Gálatas que explodem no coração das pessoas como bananas de dinamite espiritual. Devemos estudar e aprender a mensagem de Gálatas — o que Cristo realizou por nós pelo Seu sacrifício na cruz, a boa nova da expiação, que é o novo concerto.

Quem escreveu Gálatas foi o ex "bandido," assassino Saul, o produto final da incredulidade do velho concerto de Israel. É irônico que Saulo devesse participar do apedrejamento de Estevão, o profeta, evento que marcou o fim dos 490 anos de carência da graça concedida por Deus a seu povo (Dan. 9:24). A paciente misericórdia perdoadora de Deus terminara para Sua "Igreja judaica". Sua apostasia nacional na adoração do "eu", manifestado no seu cerimonialismo (Atos 7:48-50), afastou o Espírito de Deus (vs. 51). Isto resultou em ruína nacional com a destruição de Jerusalém em 70 dC pelos romanos. Mas Cristo tirou um tição do fogo — o fariseu Saulo — antes do seu colapso.

Saul era um microcosmo (*um pequeno universo) da incredulidade secular do velho concerto da antiga igreja de Israel em que prometeu a Deus fazer tudo certo (*como Ele tinha falado pela boca de Moisés) (Êxo. 19:8;.. Cf. Hb 8:7, 8). O próprio Cristo havia instituído todos os ritos e cerimônias depois que eles fizeram o seu velho concerto com Deus no Monte Sinai, a fim de levá-los de volta à "fé" em Sua promessa do concerto eterno. Mas a liderança e os eruditos desse dia não conhecia o significado desses tipos e sombras, e não conseguiu identificar o seu Messias — O Crucificado Sofredor — quando Ele veio no meio deles.

O significado do discurso de defesa de Estevão, perante o "conselho" e o "sumo sacerdote," foi o último aviso e apelo de Deus à liderança de Sua igreja para se arrepender de sua história idólatra, culminada no assassinato do “Justo" (Atos 7:52) . O "conselho" acusou Estevão de “proferir palavras contra ... a lei” (6:13), mas eles eram idólatras acalentando assassinato em seu coração (7:53). Estevão proclamou a lei e o evangelho da cruz de Cristo, que atormentou o coração deles, e optaram por rejeitar o dom do Espírito de arrependimento, e, em vez disto, pegaram em pedras. A decisão da liderança selou o seu destino como nação. Eles não mais ouviriam a voz mansa e delicada do Espírito. Eles cometeram o pecado imperdoável ao atribuir a obra do Espírito ao diabo (Mateus 12:22-32).

O jovem Saulo fazia parte do conselho que participou do apedrejamento de Estevão, e aos seus pés “as testemunhas depuseram as suas capas” (Atos 7:25), capas do juiz, dos jurados e dos executores. O rosto brilhante de Estevão e seu espírito de perdão para com seus executores causou uma profunda impressão sobre Saul (Atos 7:60 e Atos dos Apóstolos, pág. 116). Jesus orou por todos eles, "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" (Lucas 23:34, Atos 6:15-7:60). Mas isso foi o último sermão de Estêvão — a bênção que ele pronunciou foi em sua morte. Temos o sermão registrado, nenhum “egoncentrismo” foi incluido, nenhum “profeta de Baal" poderia pregar tal sermão.

Saul, também, resistiru ao Espírito Santo, e se rendeu ao "pensamento do grupo" dos seus superiores dentro do Sinédrio. Ele concluiu com eles que Estevão era um blasfemador e que os cristãos eram seguidores de um Messias impostor. Saul acreditou que Estevão era um libertino, destruidor da lei de Deus.

Saul procurou agora ganhar o suporte dos seus colegas, seguindo o seu exemplo no assassinato de Estevão. Através da obtenção de cartas de recomendação do Supremo Tribunal de Jerusalém, ele podia ir às sinagogas e com o seu apoio perseguir os seguidores de Jesus. Este era o propósito de Saulo, quando viajava para Damasco.

Mas o Senhor Jesus o deteve na estrada com a visão cega de Sua exaltada posição no céu, como resultado de Sua crucificação (Atos 26:13). O Senhor Jesus lhe perguntou: "Saulo, Saulo, porque me persegues?" (9:4). "Cristo aqui Se identifica com Seu povo" (Atos dos Apóstolos, pág. 116). Saulo estava sinceramente enganado por Satanás. Ao fazer a obra de Satanás pensou que ele estava fazendo a obra de Deus. Ele estava, na verdade, ré-crucificando novamente o Filho de Deus na pessoa de Seus santos.

Cristo disse a Saul: "Dura coisa te é recalcitrar contra os aguilhões" (Atos 26:14). O Senhor colocou obstáculos em seu caminho para tornar o caminho errado parecer luta contra os aguilhões. Sim, o Senhor tornou "difícil" para Saulo se perder! Esta é uma das "boas novas" idéias da mensagem de 1888. É fácil se salvar e difícil se perder se você conhece esta verdade: Você vive porque Ele morreu em seu lugar, o amor (Ágape) agora o motiva. "Por toda a estrada que conduz à morte [eterna] há dores e penalidades, há aflições e desapontamentos, há advertências a não prosseguir avante. O amor de Deus tornou penoso os descuidosos e os obstinados se destruirem a si mesmos" (O Maior Discurso de Cristo, pág. 139).

Saul perguntou: "Quem és, Senhor? E Ele respondeu: Eu Sou Jesus a quem tu persegues" (Atos 26:15). Esta foi a auto-revelação de Jesus para Saulo da sempre presente cruz. "No Ser glorioso que estava diante dele, ele viu o Crucificado" (Atos dos Apóstolos, pág. 115).

O ponto é que a certeza veio ao coração de Saulo por meio da cruz de Cristo. Foi uma apreciação de um coração rendido de que o seu Messias era "o Crucificado". Agora todas as profecias, tipos e sombras do sistema cerimonial vieram ao vivo para ele como apontando para "o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (João 1:29, e (Atos dos Apóstolos, pág. 115).

Saul recebeu a imposição das mãos por Ananias, assim o comissionando como "vaso escolhido [de Cristo], para levar o Meu nome [dEle] diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel" (Atos 9:15). Acima de tudo, Paulo foi chamado para ser o apóstolo aos gentios. Em seu discurso diante de Agripa, um chamado para a missão aos gentios constitui o centro da conta de conversão. Paulo é enviado como o servo e testemunha de Cristo (Atos 26:16).

O velho concerto nunca leva à cruz. Não pode produzir conversão genuína. Nunca produz genuíno avivamento e reforma. Ele sempre leva à dependência do "eu" e às promessas do povo para "confiar e obedecer." E, de fato, gera filhos para a servidão (Gal. 4:24) e escravidão em uma espiral contínua de pecado.

Foi a revelação da cruz para Saulo que abriu-lhe toda a razão para a história de Israel de altos e baixos no reavivamento e reforma. A única religião verdadeira é a religião que deriva do amor abnegado de Deus revelado na cruz. Só ela produz a fé da nova aliança. Produz genuíno avivamento e reforma. Se (*Saulo) o "jovem de ouro" da Igreja judáica podia se arrepender de perder o Messias, então a Igreja de Laodicéia pode "ser zelosa e arrepende-se ..." de perder sua "chuva serôdia" (Apoc. 3:19).


--Paul E. Penno


Paulo Penno é pastor evangelista da igreja adventista da cidade de Hayward, na Califórnia, EUA, da Associação Norte Californiana da IASD, localizada no endereço 26400, Gading Road, Hayward, Telefone: 001 XX (510) 782-3422. Ele foi ordenado ao ministério há 38 anos. Após o curso de teologia ele fez mestrado na Universidade de Andrews. Recentemente ele preparou uma extensiva antologia dos escritos de A.T. Jones e E. J. Waggoner, a qual está incluída na Compreensiva Pesquisa dos Escritos de Ellen G. White. Recentemente também ele escreveu o livro “O Calvário no Sinai: A Lei e os Concertos na História da Ig. Adventista do 7º Dia,” e, ao longo dos anos, escreveu muitos artigos sobre vários conceitos da mensagem de 1888. O pai dele, Paul Penno foi também pastor da igreja adventista, assim nós usualmente escrevemos seu nome: Paul E. Penno Junior. Você pode vê-lo, no You Tube, semanalmente, explanando a lição na igreja adventista de Hayward, na Califórnia, em http://www.youtube.com/user/88denver99


Nota do tradutor:

1) Cristo é a expiação entre Deus e o homem. Em inglês a palavra para expiação é “atonement,” que teria o sentido de “numa só mente” (at-one-ment).

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Lição 1, Paulo: Apóstolo dos Gentios, por Patti Guthrie

Para 24 de agosto a 1º de setembro de 2011

Você já foi injustiçado — talvez até mesmo criminalmente — por alguém que não conseguiu perceber a natureza hedionda do crime?

Porque os corações de todos os homens em todos os lugares são naturalmente "enganosos, e perversos," os homens são, muitas vezes, incapazes de perceber sua culpa ou arrepender-se de seus atos errados. Tal era a mentalidade de Saulo, cujo ódio aos cristãos o levou a "assolar a igreja, entrando pelas casas; e arrastando homens e mulheres, os encerrava na prisão" (Atos 8:3).

Acreditando estar realizando a vontade de Deus, ele era realmente um instrumento nas mãos de Satanás. Aqueles que lêem a história do início da vida de Saulo vão concluir que ele, apesar de bem intencionado, não conhecia o espírito que inspirou suas ações. Na sua infinita misericórdia e sabedoria Jesus Se revelou a Saulo no caminho de Damasco. Saulo ficou surpreso com a revelação de que ele estava perseguindo ninguém menos que Jesus Cristo, Salvador do mundo e criador do universo. Esta revelação mudou-o de Saulo para Paulo

Neste trimestre, a igreja mundial adventista do sétimo dia vai estudar a carta de Paulo aos Gálatas. A carta nos atinge bem de perto. Nela Paulo maravilhou-se de que os Gálatas estivessem "passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cristo, para outro evangelho" (Gálatas 1:6) e exclamou: "Quem vos fascinou para não obedecerdes à verdade, a vós, perante os olhos de quem Jesus Cristo foi evidenciado, crucificado entre vós?" (Gálatas 3:1). Foi para corrigir este "feitiço" que Paulo escreveu esta carta. Foi incluído na Bíblia porque o Senhor viu que esta tendência a adotar um falso evangelho comprometeria a igreja até o fim dos tempos.

Na era de 1888, os adventistas do sétimo dia, como os gálatas, antes deles, tinham se afastado de Cristo para um falso evangelho. Tivemos a "verdade", mas tínhamos perdido a visão de Cristo na verdade. Para restaurar Cristo ao coração e centro do adventismo, o Senhor, em Sua grande misericórdia, enviou uma mensagem para a nossa igreja pelos irmãos Waggoner e Jones na sessão de 1888 (*da Conferência Geral), em Minneapolis, e nos anos posteriores. Grande parte da base bíblica para as mensagens que eles deram foi com base em seu estudo dos escritos de Paulo, e a carta aos Gálatas, em particular. Ao examinarmos a nossa história, detalhes tristes estão se avizinhando:

"Aqueles que resistiram ao Espírito de Deus em Minneapolis estavam esperando por uma oportunidade para voltar ao mesmo assunto, porque o seu espírito era o mesmo. Depois, quando eles tinham evidência acumulada sobre evidências, alguns foram persoadidos, mas os que não foram abrandaram e subjugados pela operação do Espírito Santo, colocaram sua própria interpretação sobre cada manifestação da graça de Deus, e eles perderam muito. . . . Mas todo o universo do céu testemunhou o tratamento vergonhoso de Jesus Cristo, representado pelo Espírito Santo. Tivesse Cristo estado perante eles, eles O teriam tratado de forma semelhante àquele em que os judeus trataram a Cristo" (Ellen White, Testemunhos Especial de Ministros e Obreiros nº 6, pág. 19).

Lemos ainda: "Alguns vêm cultivando ódio contra os homens a quem Deus comissionou para dar uma mensagem especial ao mundo. Eles começaram essa obra satânica em Mineápolis. Mais tarde, ao verem e sentirem a domonstração do Espírito Santo, que testificava que a mensagem era de Deus, eles odiaram-na ainda mais, pois era um testemunho contra eles. Eles não queriam humilhar o coração para se arrependerem, darem glória a Deus, e vindicarem o direito. Prosseguiram em seu próprio espírito, cheios de inveja, ciúme e más suspeitas, como fizeram os judeus" (Ellen White, Testemunhos Para Ministros, págs. 79 e 80).

"A indispsosição de ceder a opiniões pré-concebidas, e para aceitar esta verdade [o evangelho em Gálatas], estava à base de grande parte da oposição manifestada em Mineápolis contra a mensagem do Senhor através irmãos [E. J.] Waggoner e [A. T.] Jones . Excitando aquela oposição, Satanás teve êxito em afastar do povo, em grande medida, o poder especial do Espírito Santo que Deus anelava comunicar-lhes. O inimigo impediu-os de obter a eficiência que poderiam ter tido em levar a verdade ao mundo, como os apóstolos a proclamaram depois do dia de Pentecostes. Sofreu resistência a luz que deve iluminar toda a Terra com a sua glória (Apoc. 18:1), e pela ação de nossos próprios irmãos tem sido em grande medida conservada afastada do mundo "(Ellen White, Mensagens Escolhidas, volume 1, páginas 234, 235)

O Senhor tem um jeito de nos trazer de volta sobre ao mesmo terreno de novo e de novo até que finalmente aprendamos a nossa lição. Embora hoje muitos acreditem que a Igreja aceitou a mensagem da Chuva Serôdia, que Deus deu aos irmãos Waggoner e Jones, um olhar sincero no comentário inspirado sugere o contrário.

Na parte de trás do nosso guia trimestral encontramos muitos recursos para ajudar no nosso estudo de Gálatas. A esta lista você pode querer adicionar dois títulos adicionais: O comovente comentário de Ellet J. Waggoner à carta de Gálatas, o livro The Glad Tidings (As Boas Novas), e, de A. T. Jones, Estudos "sobre Gálatas, uma compilação de artigos escritos por Jones e publicado na Review and Herald de 25 de julho de 1899, a 13 de novembro de 1900.

"Em cada igreja adventista, há a necessidade de confissão, arrependimento, e reconversão. O despontamento de Cristo está além da descrição. A menos que aqueles que pecaram rapidamente se arrependam, os enganos dos últimos dias irão alcançá-los" (Ellen White, Review and Herald, 15 de dezembro de 1904).

Por favor, junte-se a mim na oração por nossa igreja neste trimestre.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Lição 13 do 3º Trimestre de 2011

Prezado irmão,

Para o estudo desta semana, de 17 a 24 de setembro de 2011 postamos a seguir 3 introspecções:





1ª) do recem falecido pastor Roberto J. Wieland,

2ª) do pastor Pr. Paulo Penno, e

3º) da médica, Dra. Lyndi Schwartz

Tenha um bom sábado na sua audiência com o nosso Deus Criador e Redentor.

Do irmão em Cristo

João Soares da Silveira

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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Lição 13, Adoração no Livro do Apocalipse, por Robert Wieland

Para 17 a 24 de setembro de 2011


Esta é a lição final em nossa jornada para descobrir a adoração na Bíblia. Toda a Bíblia, Gênesis a Apocalipse, dá testemunho do desejo de Deus de amar os pecadores e reconciliá-los consigo mesmo. Ele quer morar com eles. Ao longo deste trimestre discutimos a mensagem de 1888 em relação aos conceitos de "adoração", que no livro do Apocalipse atinge seu auge máximo no capítulo 19:1-7, onde encontramos os quatro gloriosos "Coros de Aleluia", cada um superior ao Messias de Handel.

Eles dizem que algo deve acontecer que, finalmente, torne possível que "o Senhor Deus Todo-Poderoso reina"! (vs.6) E que alguma coisa, que não aconteceu ainda, adiou Seu "reinado" por muitos, muitos anos, muito embora Ele tenha consumado Sua morte "em nosso lugar". O que finalmente deve acontecer é "a esposa do Cordeiro" "aprontar-se" para a intimidade das "bodas do Cordeiro" (vs.7). O que aconteceu na cruz foi realmente maravilhoso, mas ninguém pode (ou vai) ser feliz no céu até que os Coros de Aleluia possam ser cantados, anunciando uma vitória até então vaga.

Sim, Ele morreu "em nosso lugar” e a salvação está garantida. Sim, Ele abriu as portas do Paraíso, e foi tudo feito mesmo antes de nascermos. E podemos concordar: nós não contribuimos em nada para a nossa própria salvação.

Mas será que tudo isto significa que o Seu povo, sendo "coberto" por esta apólice celestial, agora só tem que "esperar" e "negociar até que [Ele] venha"? (Cf. Lc 19:13; a palavra "negociar" passou a significar ganhar muito dinheiro, aproveitar o mundo, divertir-se como se não houvesse dia solene da Expiação para nós vivermos) Será que Cristo ter morrido em nosso lugar quer dizer que não temos cruz para "compartilhar" com Ele? Que apenas devemos "esperar" para a chamada da primeira ressurreição? Ou há alguma coisa séria diante de nós sobre como se preparar para encontrar Jesus na Sua segunda vinda?

Ao chegarmos mais perto do fim, uma mudança deve vir na "experiência cristã" do povo de Deus. Sua preocupação mais profunda do coração deixa de ser a de salvar suas próprias almas, para uma preocupação pela glória de Cristo na hora de encerramento do “grande conflito entre Cristo e Satanás”. Este povo de Deus nos últimos dias se afasta de sua preocupação anterior pela sua própria salvação e passam a se preocupar por Outro — que Ele saia vitorioso da "batalha" em Ele está envolvido

Esta mudança na "experiência cristã" pode ser descrita como uma mudança do velho concerto para o Novo. É sair das sombras para a luz do sol da "presente verdade" (2ª Pedro 1:12). A "presente verdade" é viver no Novo Concerto, não no velho.

Esta mudança também é passar de Apocalipse 18 para Apocalipse 19, onde encontramos os quatro Coros de Aleluia. Pode ser, finalmente, dito "já o Senhor Deus Todo Poderoso reina. Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-Lhe glória: porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou" (19: 6 e 7 ). Finalmente!

Embora o Senhor seja "onipotente", Ele não pode forçar as núpcias. Não se pode dizer que Ele "reina" até à devoção nupcial da noiva a Ele como a um divino Esposo real. Assim, há uma "mulher", cuja devoção marital Ele só pode esperar, e esperar para ver. A boa nova que alegra o coração é que essa mudança no crescimento espiritual está realmente acontecendo.

A história de Jó tem semelhança com o último livro da Bíblia. Ele era um homem que foi "irrepreensível", um homem de quem Deus declarou várias vezes como "correto", que recusava o mal.

A idéia não é que Jó era imaculadamente sem pecado, sem pecado por natureza, a idéia é que Deus o aceitou como inocente em caráter. Da mesma forma, a idéia da Bíblia não é que os "144000" são sem pecado em natureza ou imaculados, fisicamente perfeitos. Mas eles são "corretos", eles ainda têm uma natureza pecaminosa, mas eles têm "vencido assim como [Cristo] venceu", embora sobrecarregados com uma natureza pecaminosa herdada de Adão.

O climax da revelação da história de um grupo corporativo de pessoas que são descritas como "irrepreensíveis diante do trono de Deus" (14:5). que "seguem o Cordeiro [Cristo crucificado] onde quer que Ele vá" (vs. 4). Em outras palavras, Jó, e os144.000 partilham a alegria de aprender a render o eu para serem "crucificados com Cristo" (Gal, 2:20). Como tal, eles têm o privilégio de honrar a Deus em uma crise cósmica quando Ele está sendo julgado no mais grave litígio que se possa imaginar no universo: a questão é se Ele, o Senhor, é digno de continuar como o Governante Soberano do universo.

Já há muito tempo compreendemos "a hora do juízo [de Deus]" em Apocalipse 14:6, 7, como a hora em que Ele julga você e a mim, mas o livro de Jó coloca diante de nós a idéia de que é o próprio Deus que está em julgamento perante o universo. E o humilde e pobre Jó finalisa com a tarefa de defender a Deus no tribunal.

Ele consegue, ele defende o Senhor da glória. Mas agora, no fim dos tempos, o grande conflito entre Cristo e Satanás não pode ser concluído com sucesso até que este grupo corporativo de pessoas dos últimos dias da raça humana, depois de 6.000 anos de desesperado pecado e falha moral, uma vez mais O defende como testemunhas, demonstrando a mesma "inocência" que Jó demonstrou. Mais uma vez eles provam que Satanás está errado! Esta é a "mui preciosa mensagem" — o evangelho da cruz derrota o pecado e ao fazê-lo vindica a Deus.

Um "remanescente" que está verdadeiramente reconciliado com Deus neste grande dia da Expiação serão agentes a quem o Senhor vai empregar de alguma forma. Eles cumprirão o papel daqueles "quatro anjos que estavam sobre os quatro cantos da terra, retendo os quatro ventos da terra," para que a odiosa violência não se iniciasse até que "os servos do nosso Deus fossem selados" (Rev. 7 :1-3). Esse "selo de Deus" está sendo agora colocado sobre os "144.000", um número místico simbólico, cujas orações estão em sintonia com o Céu.

O Senhor Jesus vai constatar que os 144 mil a partir desta última geração serão movidos para abandonar o mundo e todos os seus prazeres e "seguí-Lo", cantando o novo cantico de alegria.

Quando começamos a perceber o que Cristo realizou em Sua cruz, não poderemos esperar até que nós juntemos as nossas vozes para aumentar o coro de louvor: "Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas e sabedoria, e força, e honra e glória, e ações de graça!" (Apoc. 5:12).

Agora todos os anjos no céu estão gritando para nós, é hora para que "a mensagem de 1888" seja compreendida. Comece a cantar agora, você vai ser feliz para sempre.



Composto com base nos escritos de Robert J. Wieland


O irmão Roberto J. Wieland é um pastor adventista que foi, a vida inteira, missionário na África, em Nairobe e Kenia. É autor de inúmeros livros. Foi consultor editorial adventista do Sétimo Dia para a África. Ele deu sua vida pela África. Jubilado, até julho último viveu na Califórnia, EUA, onde ainda era atuante na sua igreja local.. Aos 95 anos de idade faleceu no mês de julho de 2011.

Prezado irmão,

Se você desejar retribuir alguma mensagem de pêsames e conforto para os filhos do Pr. Wieland, poderá fazê-lo através de nós que enviaremos um único e-mail.

Pode escrever-me para agapeed2001@yahoo.com.br.

Do vosso irmão em Cristo,

João Soares da Silveira

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Lição 13, Adoração no livro de Apocalipse, por Paul Peno

Para 17 a 24de setembro de 2011


Eu contei nada menos que 28 vezes em que Jesus é identificado no livro do Apocalipse como "o Cordeiro!” "Cristo e este crucificado" é o herói desse último livro da Bíblia. Nenhum dos 66 livros da Bíblia eleva Cristo, e este crucificado, como Apocalipse! Quando Jesus explicou a João Batista que Ele era "o Cordeiro de Deus" que tira os pecados do mundo, e, em seguida, Batista O batizou, o jovem João, o discípulo, deve ter escutado. Todos os seus escritos posteriores foram imbuídos de solene sentido de santa admiração e apreço pelo infinito sacrifício do Filho de Deus.

No início de seu último livro João se maravilha, porque Ele "nos amou, e em Seu sangue nos lavou de nossos pecados" (1:5). Ele, no capítulo 5:4, “chorava muito” porque no vasto universo de Deus “ninguém fora achado digno de abrir o livro [misterioso], ... e desatar os seus selos. ... Eu chorava muito, porque ninguém fora achado digno de abrir o livro nem de o ler, nem de olhar para ele" (vs. 5 e 4). (Você não consegue entender Apocalipse sem lágrimas, pois foi escrito com lágrimas!). Então, um dos 24 anciãos (humanos no céu!), tentou consolá-lo: "Eis aqui o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, que venceu, para abrir o livro e desatar os seus sete selos" (vs. 5

João se esforça para ver a grande entrada em cena deste "Leão", mas em vez disto ele vê um "Cordeiro como tendo sido morto." Ele ouve os 24 anciãos e os redimidos cantarem para Aquele que “com o Seu sangue os comprou para Deus ...Digno é o Cordeiro que foi morto" (5:3-12). Ele vê finalmente uma grande multidão que "lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro" (7:14). Eles, finalmente, estão com o Cordeiro no Monte Sião "e cantavam um como cântico novo diante do trono" e eles “seguem o Cordeiro para onde quer que vá" (14:1-4). Suas almas são capturadas por toda a eternidade por uma apreciação de coração por um amor "que excede todo o entendimento."

Você pode não ter dom para música, mas esta é uma canção de experiência, um cântico do coração, de identidade de auto crucificação com Cristo na Sua cruz, e é hora de começar a "aprender" essa canção agora.

"E cantavam um como cântico novo diante do trono, e diante dos quatro animais e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra" (Apoc. 14: 3).

Apoc. 1:13 a 16: "E no meio dos sete castiçais um semelhante ao Filho do homem, vestido até aos pés de uma roupa comprida, e cingido pelos peitos com um cinto de ouro. E a Sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve, e seus olhos eram como chama de fogo, e os Seus pés, semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados numa fornalha, e a sua voz como a voz de muitas águas. E Ele tinha na sua destra sete estrelas: e fora de sua boca saía uma aguda espada de dois fios; e o seu rosto era como o sol, quando na sua força resplandece."

Você gosta de batalhas? Ou você gosta de fugir delas? Eu encontro muitos cristãos maravilhosos, membros da igreja, que querem a paz, mas que eles se recusam a descer para a arena onde batalhas para o Senhor deves ser combatidas. Para dizer a verdade, eles preferem ver televisão a estudar por eles mesmos para saber a verdade sobre as questões do grande conflito entre Cristo e Satanás. Mas Paulo diz em 1ª Tim. 6:12, "Milita a boa milícia da fé", e Judas nos adverte (vs. 3) a "batalhar pela fé que uma vez foi entregue aos santos", "porque se introduziram furtivamente certos homens suspeitos" (vs. 4, KJV), que procuram corromper a fé. E Jesus nos diz claramente: "Não cuideis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer paz, mas espada. Porque Eu vim pôr em dissensão o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra. E assim os inimigos do homem serão os seus familiares" (Mat. 10:34-36).

Puxa! É isto o que significa seguir a Cristo? "Mas", alguém diz, "certamente isso não se aplica a conflitos dentro da igreja!? O mundo está cheio de controvérsia, eu vou à igreja para que eu possa encontrar um lugar de descanso e paz" Bem, devo dizer a verdade!. Apocalipse 12:17 diz que “o dragão,” o diabo, nestes últimos dias, -é- "irou-se" contra (*”a mulher”), a verdadeira igreja, “e foi fazer guerra” à igreja remanescente, onde sua mais temerosa estratégia é fazer guerra dentro da igreja contra o puro e verdadeiro evangelho de Jesus. Se Satanás conseguir corromper a IGREJA, ele ainda terá esperança de ganhar a guerra contra Cristo. Assim, o conselho de Pedro é exatamente o que precisamos hoje: "Sede sóbrios; vigiai" (1ª Pedro 5:8). "Resisti" a Satanás "firmes na fé" (vs. 9). Mas, por favor, não se esqueça de ter bom senso a palavra "sóbrio" significa pensar com cuidado para que não acabe "resistindo" à verdadeira obra do Espírito Santo! Se você fizer isso, você cruzou a linha além da qual o arrependimento é impossível. O risco no grande conflito é muito alto, o único lugar onde você pode evitar a batalha é a sepultura. E, por favor, não opte por ir para lá! Caia de joelhos; estude; aprende; fique acordado; "vigie," e fique " firme pelo que é reto, ainda que caiam os céus," diz uma sábia escritora. (*E. G. White, Educação, pág. 57).

Apoc. 1:17 e 18: "E eu, quando O vi, caí a Seus pés como morto; e Ele pôs sobre mim a Sua destra, dizendo-me: Não temas; Eu sou o primeiro e o último. E Eu sou o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre, ... e tenho as chaves da morte e do inferno."

Apoc. 4:8: "E os quatro animais tinham, cada um de per si, seis asas, e ao redor, e por dentro, estavam cheios de olhos; e não descansam nem de dia e nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus Todo-Poderoso, que era, e que é, e que há de vir.”

Parece óbvio que sua visão não era de "glória" materialista, como assistir a um vídeo da grandeza real da rainha Elizabeth, era uma visão do caráter do Senhor, uma apreciação de coração humilde de Seu glorioso amor abnegado. O grito "Santo, Santo, Santo" foi uma revelação da cruz. O jovem Isaías foi sobrecarregado com o contraste de uma sensação humilhante de seu próprio egoísmo pecaminoso. (*Isaias 6: 1-5).

Apoc. 4:9 a 11: "E, quando os animais davam glória, e honra, e ações de graças ao que estava assentado sobre o trono, ao que vive para sempre e sempre, os vinte e quatro anciãos prostravam-se diante do que estava assentado sobre o trono, e adoravam o que vive para todo o sempre; e lançavam as suas coroas diante do trono, dizendo: Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder, porque Tu criaste todas as coisas, e por Tua vontade são e foram criadas."

Apoc. 5:8: "E, havendo tomado o livro, os quatro animais e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo todos eles harpas e salvas de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos."

No início de seu último livro João se maravilha, porque Ele "nos amou e em Seu sangue nos lavou de nossos pecados" (Apoc. 1:5). Em 5:3-12, ele chora com seu coração (vs.4), ao ele ver que não havia ninguém, no vasto universo de Deus, que pudesse "abrir o [misterioso] livro, e desatar os seus selos. ... Eu chorava muito, porque ninguém fora achado digno de abrir o livro, nem de o ler, nem de olhar para ele" (você não consegue entender Apocalipse sem lágrimas, pois foi escrito com lágrimas!). Então, um dos 24 anciãos (humanos no céu!), tentou consolá-lo: "Eis aqui o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, que venceu, para abrir o livro e desatar os seus sete selos" (vs.5). João se esforça para ver em cena a entrada triunfal do "Leão", mas eis que ele vê em vez disto um "Cordeiro como havendo sido morto" (vs.6). Ele ouve os 24 anciãos e os anfitriões redimidos cantarem “com o Teu sangue nos compraste para Deus” (vs. 9) ... Digno é o Cordeiro que foi morto" (vs. 12). Finalmente ele vê uma grande multidão, que "lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro" (7:14). Eles estão com o Cordeiro, no Monte Sião "e cantavam um cântico novo diante do trono" pois eles “seguem o Cordeiro para onde quer que vá" (14:1-4). Suas almas são capturadas por toda a eternidade por uma apreciação do coração de um amor “que excede todo entendimento” (*Efé. 3:19).. Você pode não ter dom para música, mas esta é uma canção de experiência, uma canção vinda do coração, de identidade de auto crucificação com Cristo na Sua cruz, e é hora de começar a "aprender" essa canção agora.

Apoc. 5:9: "E cantavam um cântico novo, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o Teu sangue nos compraste para Deus de toda a tribo, e língua, e povo, e nação; ... "

O mundo tem, por vezes, ouviu música linda, mas nenhuma tão gloriosa como o cântico de louvor ao Cordeiro que tinha sido morto. Seu amor foi para os mais distantes limites, além do próprio inferno, em busca das almas humanas que se perderam. Este amor venceu. O perdido foi encontrado.

Ninguém da incontável multidão que entoa o cântico o faz por medo, cada coração está cheio de admiração e louvor, a adoração genuína para Aquele que Se esvaziou em um sacrifício tão completo que tem revelado ao olhar de todos os seres criados por toda a eternidade as profundezas do amor infinito de Deus. Podemos perceber em nossos corações o pulso da vida eterna se desejamos intensamente juntar-nos naquele coro.

Podemos já hoje começar a estudar o que inspira esta gloriosa canção — cruz de Cristo. Em Cristo glorificado, os remidos contemplarão o Cristo crucificado.

Apoc. 5:10 a 14: "E para o nosso Deus nos fizeste reis e sacerdotes, e reinaremos sobre a terra. E olhei, e ouvi a voz de muitos anjos ao redor do trono, e dos animais e dos anciãos; e era o número deles milhões de milhões, e milhares de milhares. Que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graça. E ouvi toda criatura que está no céu e na terra, e debaixo da terra, e que estão no mar, e todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro sejam dadas ações de graças, e honra, e glória , e poder para todo o sempre. E os quatro animais diziam: Amém. E os vinte e quatro anciãos prostraram-se e adoraram ao que vive para todo o sempre.”

Enfim não haverá nenhum traço de rebeldia ou inimizade deixada no grande universo de Deus. Toda criatura vai se juntar nesta adoração do Pai e do Cordeiro. Uma vez que Satanás e aqueles que o servem nunca vão concordar em se juntar em uma música de louvor a Cristo, é claro que estes versos antevêem para o momento em que o pecado e aqueles que obstinadamente se agarram a ele terá chegado ao seu fim no lago de fogo.

É Deus digno de tal infinda devoção? Se tudo o que sabemos dEle eram as evidências da grandeza que vemos em Sua criação, de bom grado dizemos sim. Mas muito além de Sua majestade e poder evidentes nas coisas que Ele fez está aquela cruz com sua magnífica revelação de Seu caráter abnegado.

O livro do Apocalipse supera todos os outros livros terrenos ao reconhecer esta realidade — esta que nenhuma ciência ou filosofia terrena pode se aproximar.

Apoc. 7:9: "Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas e com palmas nas mãos;"

Há uma fascinante ligação entre o livro do Apocalipse e o Evangelho de João que intriga muitas pessoas. O primeiro fala da final "Voz do céu" que vai soar no coração de um grande número em todo o mundo para "sair de Babilônia, povo Meu." Eles vão responder na última hora, simbolizados como "uma grande multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e línguas", que ouvem a voz, porque, de alguma forma eles já "seguem o Cordeiro [Cristo crucificado] onde quer que Ele vá" (18:3; 7:9; 14 : 4). Eles já estão sensíveis em sua confusão a cada nuance da liderança divina que eles podem sentir. Eles amam a verdade.

A ligação com o Evangelho de João está em João 10:1-16, onde Jesus nos revela o Seu segredo: Ele tem pessoas em todos os lugares que são Suas "ovelhas" escondidas que "conhecem a Sua voz" e respondem sempre que Ele pode encontrar um agente humano para proclamar o verdade tão claramente que as pessoas honestas reconhecem tal "Voz". Para emprestar a rude frase de Lutero, estes que proclamam o evangelho não "testaram do prato" (você serviria seus convidados com um prato que ainda tem os restos de comida velha grudados nele?).Quando a nossa pregação é marcada pelo "eu", nós repelirmos em vez de atrairmos essas "ovelhas".

A presença de amor próprio visto no agente faz do "mensageiro" "um ladrão e salteador," "que sobe por outra parte" do "curral" de Cristo. Suas verdadeiras ovelhas correm tão rápidamente quanto podem para o outro lado (elas "fogem do estranho"). E, possivelmente, a igreja se pergunta por que eles não estão ganhando mais almas, e por que seus esforços para "iluminar a terra com glória" parecem tão frustrados.

A imagem na Bíblia é clara: Deus tem um povo fiel escondido no islamismo, budismo, hinduísmo, sim, talvez em todos os "ismos" do mundo, incluindo (obrigatoriamente) o ateísmo, pessoas que não estão com o coração satisfeito onde estão; eles têm fome por algo que ainda não encontraram. Quando a verdade, essa verdade que procuram encontrar se manifestar, nada na Terra ou no Céu irá mantê-los separados para sempre.

O desafio da "igreja remanescente" de Deus nestes últimos dias é: limpar a confusão que abafa o som da "Voz do céu". O que está na agenda de Deus para Sua igreja é emocionante

Apoc. 7:10: "E exclamavam com grande voz, dizendo: Salvação ao nosso Deus que está assentado no trono, e ao Cordeiro.”

Apoc. 7:11 a 19: "E todos os anjos estavam ao redor do trono, e dos anciãos e dos quatro animais, e prostraram-se diante do trono sobre seus rostos, e adoraram a Deus, dizendo: Amém. Louvor, e glória, e sabedoria, e ação de graças, e honra, e poder, e força, ao nosso Deus, para todo o sempre. Amém. E o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do Seu Cristo, e Ele reinará para todo o sempre. E os vinte e quatro anciãos, que estão assentados em seus tronos diante de Deus prostraram-se sobre seus rostos, e adoraram a Deus,: Graças te damos, ó Senhor, Deus Todo-Poderoso, que és, e que eras, e que hás de vir, que tomaste o Teu grande poder, e reinaste.” E iraram-se as nações e veio a Tua ira, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, Teus servos, e aos santos, e aos que temem o Teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.” E abriu-se no céu o templo de Deus, e a arca da aliança foi vista no Seu templo; e houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremotos e grande saraiva."

Há um aspecto muitas vezes negligenciado da mensagem do grande terceiro anjo que cria um vácuo na experiência de nosso coração. Sua ausência nutre a mornidão, que anuvia com uma sensação de inutilidade espiritual.

O que está faltando: a mensagem do terceiro anjo é a idéia do Dia da Expiação, algo novo em 6.000 anos de história humana. É a Boa Nova da justificação pela fé à luz da purificação do santuário, a gloriosa verdade celeste além do que o nosso querido irmão Martinho Luther (com toda a sua piedosa sinceridade) poderia captar nos seus dias.

Uma escritora com pensamento claro disse que, ao o terceiro anjo pronunciar seu tremendo aviso de Apocalipse 14:9-12, ele está apontando para o santíssimo do santuário celestial: "Aqui [é onde há] a perseverança dos santos, aqui estão [são encontrados] os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus "Eles têm" seguido ao Cordeiro "em Seu ministério final! E a Bíblia apóia essa profunda visão, porque todo o Apocalipse do capítulo 12 em diante é construído sobre a mudança inspiradora na administração celestial, quando o sétimo anjo sopra a sua trombeta no capítulo 11:15: "E o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve nos céus grandes vozes que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do Seu Cristo ... E abriu-se no céu o templo de Deus, e a arca da aliança foi vista no Seu templo," claramente, a abertura da fase final do ministério sumo sacerdotal de Cristo no santíssimo

Em épocas passadas, o ministério de Cristo foi preparar as pessoas para morrerem por Ele. O que Ele está fazendo agora? Ele está preparando um povo para a trasladação na Sua segunda vinda. Vida agora é um negócio sério, vamos cooperar com Ele. Vamos parar de "resistir a Ele em Seu trabalho sumo sacerdotal."

Apoc. 15:1 a 4: "E vi outro grande e admirável sinal no céu: sete anjos que tinham as sete últimas pragas, porque nelas é consumada a ira de Deus. E vi um como mar de vidro misturado com fogo, e também os que saíram vitoriosos da besta, e da sua imagem, e do seu sinal, e do número de seu nome, que estavam junto ao mar de vidro, e tinham as harpas de Deus. E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e admiráveis são as Tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei dos santos. Quem Te não temerá, ó Senhor, e não glorificará o Teu nome? Porque só Tu és santo; por isto todas as nações virão e se prostrarão diante de Ti, porque os teus juízos são manifestos.”

Apoc. 19:1: "E depois destas coisas ouvi no céu uma grande voz de uma grande multidão, que dizia: Aleluia! A Salvação, e a glória, e a honra, e o poder pertencem ao Senhor nosso Deus:"

Pode ser que você lhe pareça ser o único seguidor de Cristo em sua família ou na vizinhança. Aqui está o incentivo. Embora possa parecer que o povo de Deus na terra são apenas uma minoria, há "uma grande multidão" no universo de Deus, que são leais a Ele. Uma nação envia seus embaixadores à capital de outra nação. Ele e sua equipe são uma minoria lá, mas ele nunca pode esquecer a poderosa nação que ele representa e que está por trás dele. Como seguidores de Cristo, somos embaixadores para este mundo.

A palavra "aleluia" em hebraico significa "Louvai ao Senhor." Não é porque Ele conquistou pela força das armas que a "grande multidão" dos céus louvam o Cordeiro por Sua vitória. Ele conquistou apenas através da verdade e da justiça. Esta gloriosa vitória foi conquistada quando Jesus morreu na Sua cruz e ressuscitou. Portanto, este cântico de louvor não é oferecido na forma como fracos, egoístas bajuladores louvariam um governante terrestre ou tirano, a fim de obter favores, mas com sinceridade de coração. Glória e honra pertencem Àquele cujo abnegado amor pelos pecadores é o sacrifício mais incrível de toda a eternidade.

Apoc. 19:2: "Porque verdadeiros e justos são os Seus juízos, pois julgou a grande prostituta, que havia corrompido a terra com sua fornicação, e das mãos dela vingou o sangue dos seus servos."

Por que é que desde que Jesus morreu pelos pecados do mundo, o mundo não se tornou melhor, mas piorou? Por que é que a grande maioria dos habitantes do mundo não foram transformados por Cristo?

O mundo inteiro teria de fato sido salvo pela religião de Cristo se não fosse pelo trabalho de um inimigo inteligente que se interpôs e impediu a Sua obra. Este inimigo é chamado na Bíblia de o "Anticristo," aquele que luta contra Cristo da forma mais perversa e enganosa possível, isto é, fingindo tomar o lugar de Cristo (ver 1ª João 4: 1, 3). Não há nenhuma maneira pela qual um inimigo possa fazer um dano maior a alguém do que por personificá-lo e escrever cartas prejudiciais em seu nome. Mesmo os melhores amigos pode achar que é difícil manter a fé nele!

A "grande prostituta", Babilônia, fez exatamente isso. Satanás falou através dela, em nome de Cristo, e incontáveis milhões de pessoas desinformadas foram enganados. Muitos têm desprezado abertamente a Cristo porque Babilôna O tem deturpado, e outros milhões supõem que estão seguindo a Cristo, quando na realidade eles estão sendo levados a lutar contra Ele do lado do anticristo. É por isso que Babilônia tem “corrompido a terra com sua prostituição."

Apoc. 19: 3 a 5: "E outra vez disseram: Aleluia” E a fumaça dela sobe para todo o sempre. E os vinte e quatro anciãos, e os quatro seres viventes, prostraram-se e adoraram a Deus, que estava assentado no trono, dizendo: Amém. Aleluia. E saiu uma voz do trono, que dizia: Louvai o nosso Deus, vós, todos os Seus servos, e vós que O temeis, assim pequenos como grandes."

A partir da introdução, vimos como a crise do fim dos tempos será centrada em torno da questão da adoração. A questão da adoração não é uma questão de somenos importância. O destino eterno das almas pende sobre ela. Essa verdade fundamental se torna mais evidente no que se desdobra em Apocalipse 13 e 14.

"E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre: e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aqueles que recebem o sinal do seu nome" (Apocalipse 14:11).

"E eu, João, sou aquele que vi e ouvi estas coisas. E, havendo-as ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava para adorar. E disse-me: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro: Adora a Deus.”

Um anjo é um ser maravilhoso, mas ele não tem desejo de ser adorado. O rei Herodes orgulhosamente aceitou a adoração da multidão quando gritou: “É a voz de dum deus e não de um homem!” Sabendo muito bem que ele não merecia isso (ver Atos 12: 21-23). O anjo imediatamente instruiu a João e lhe assegurou que ele era apenas um servo seu, companheiro seu.

O anjo não conheceu o orgulho como Herodes cedeu a ele. É uma pena quando um homem ou governante quer ser adorado por seus semelhantes.! Poucos são humildes como este anjo que aponta à glória de Deus. Ninguém que quer ser adorado ou louvado pode desfrutar por muito tempo o respeito dos outros.

Todos os que "guardam as palavras deste livro" compartilharm as recompensas para ser apreciado por João e seus companheiros profetas. Deus é generoso em dar recompensas. Mesmo "aquele que recebe um profeta em nome de um profeta, receberá recompensa de profeta" (Mt 10:41). Para "receber" as mensagensdo Espírito de profecia é apenas para recebê-los no coração.

Apocalipse 19:10: "E eu lancei-me a seus pés para adorá-lo. E ele me disse: Vê, não faças isso: Eu sou teu conservo, e de teus irmãos que têm o testemunho de Jesus: adora a Deus: porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia "

.Embora os anjos sejam seres gloriosos, não devemos adorá-los.Nem devemos adorar ou mesmo elogiar qualquer ser humano. O anjo se declara um "servo" conosco, cativos do amor de Cristo. O anjo é feliz por ter o privilégio de pertencer ao mesmo grupo a que pertence João, aqueles que têm o "testemunho de Jesus." Você sabe como você estaria feliz se você estivesse em condições de falar com o primeiro-ministro ou presidente de seu país. Aqueles que têm o "testemunho de Jesus"são aqueles a quem Ele fala.

Paul Peno


Nota do tradutor:

Você pode ver este artigo em inglês em:

http://www.1888mpm.org/articles/worship-book-revealation



Paulo Penno é pastor evangelista da igreja adventista da cidade de Hayward, na Califórnia, EUA, da Associação Norte Californiana da IASD, localizada no endereço 26400, Gading Road, Hayward, Telefone: 001 XX (510) 782-3422. Ele foi ordenado ao ministério há 38 anos. Após o curso de teologia ele fez mestrado na Universidade de Andrews. Recentemente ele preparou uma extensiva antologia dos escritos de A.T. Jones e E. J. Waggoner, a qual está incluída na Compreensiva Pesquisa dos Escritos de Ellen G. White. Recentemente também ele escreveu o livro “O Calvário no Sinai: A Lei e os Concertos na História da Ig. Adventista do 7º Dia,” e, ao longo dos anos, escreveu muitos artigos sobre vários conceitos da mensagem de 1888. O pai dele, Paul Penno foi também pastor da igreja adventista, assim nós usualmente escrevemos seu nome: Paul E. Penno Junior. Você pode vê-lo, no You Tube, semanalmente, explanando a lição na igreja adventista de Hayward, na Califórnia, em http://www.youtube.com/user/88denver99

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