quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Lição 8 — De Escravos a Herdeiros, por Michael Delaney



Para 12 a 19 de agosto de 2017


A diferença entre o status de um filho ou filha e o de um simples servo é extremamente importante na vida de um crente. Os empregados devem “servir” ou executar determinadas tarefas ou deveres a fim de ter valor aos olhos do mestre a quem servem. Este desempenho, baseado na maneira de pensar, frequentemente supera e pode até mesmo obscurecer completamente o valor do correto relacionamento com aquele que é mestre e senhor. Também este “comportamento” deve ser mantido para que o valor continue.
No caso de Jesus, nosso exemplo em todas as coisas, o Mestre e Senhor foi Seu amoroso Pai celestial. A primeira tentação de Satanás no deserto começou com as palavras: “Se Tu és o Filho de Deus ...” (Mat. 4:6). Isto foi uma afronta direta Àquele que falou as palavras “Este é o Meu Filho amado ...” (3:17) que Jesus ouviu no Seu batismo quarenta dias antes. Foi, de fato, um comentário projetado para testar a fé de Jesus nas palavras de certeza e esperança de Seu Pai
O resto da sugestão do diabo era: “... manda que estas pedras se tornem em pães.” Estas palavras exigiam que Jesus provasse que Ele era o Filho de Deus obrando ao invés de descansar completamente em fé nas palavras do Seu Pai. Jesus respondeu como um verdadeiro Filho e exerceu a Sua fé, a fé de Jesus, que nosso Pai anseia ardentemente transmitir a todo verdadeiro crente em Seu unigênito Filho (Mat. 4: 1 -4)
“Fortificado com fé em Seu Pai celestial, tendo em Sua mente a preciosa lembrança das palavras faladas do Céu no Seu batismo, Jesus Se manteve impassível no deserto solitário, diante do poderoso inimigo das almas” (E.G.W., Dons Espirituais, vol. 2, pág. 93).
Gálatas 4:1 diz: “Digo, pois, que todo o tempo que o herdeiro é menino em nada difere do servo, ainda que seja senhor de tudo.”
 “Paulo nos explica como podemos ser libertados de muitas das perplexidades da vida, e das questões sobre as relações de Deus conosco. Quando verdadeiramente compreendermos que Deus é nosso Pai, e que Ele está nos preparando para entrarmos em Seu reino, e que Ele nos ama intensamente, então nosso relacionamento com Deus começa a fazer sentido. As regras e regulamentos não são mais vistos como oportunidades para provar a Deus que somos Seus filhos. Ao invés disto, elas se transformam em portas de liberdade que revelam a amorosa consideração de Deus por nós, e Seu ardente desejo de que nós recebamos nossa completa herança como filhos de Deus.
Paulo explica isto desta forma em Gálatas 4: 3 a 7; ‘Assim também nós, quando éramos meninos, estávamos reduzidos à servidão, debaixo dos primeiros rudimentos do mundo. Mas vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou Seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos. E, porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de Seu Filho, que clama: ‘Aba, Pai.’ Assim que já não és mais servo, mas filho; e, se és filho, és também herdeiro de Deus por Cristo.”
 “Estas são algumas das palavras mais bonitas nas Escrituras. Ao reconhecermos o sacrifício de Jesus, garantindo nossa adoção como filhos de Deus, somos libertados da escravidão do reino de Satanás. Nos libertamos da tirania do pensamento baseado em desempenho e permanecemos firmes e nobres como filhos e filhas de Deus, sabendo que porque Jesus sempre será aceito como um Filho, nEle sempre seremos Seus filhos amados” (Adrian Ebens, The Return of Elijah, O Retorno de Elias, pág. 55).
A realidade de ser um filho ou filha de Deus traz consigo uma enorme liberdade do escravizante conceito de ser meramente um servo. É verdade que em Sua condescendência em Se tornar um ser humano, Jesus tomou sobre Si a forma de servo (duolos — escravo) de acordo com as Escrituras, Fil. 2:7. Isto, porém, não negou, no mínimo, o status de Filho que Jesus gozava desde a eternidade passada como o divino Filho de Deus
A declaração do Pai de Jesus como Seu Filho amado no batismo, Mat.3:17, e, depois, na transfiguração, Mat. 17:5, era a mais valiosa arma que Jesus possuía em Sua batalha contra Satanás e as forças das trevas. Não era necessário que Jesus provasse que Ele era o Filho de Deus. Ele era o Filho de Deus porque Seu Pai O havia assim consagrado, e assim O declarou ser. Jesus Se apegou às palavras de Seu pai, e descansou pela fé nelas, confiante de Sua verdadeira identidade.
 “Amados, agora somos filhos de Deus” (1ª João 3:2). “Mas a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no Seu nome” (João 1: 12)
Nós cremos em Jesus. Portanto, nós também podemos ser descritos como “filhos obedientes, não [nos] conformando com as concupiscências que antes havia em [nossa] ignorância” (1ª Pedro 1: 14). Nós, também, podemos dizer, “Deleito-me em fazer a Tua vontade, ó Deus Meu, sim, a Tua lei está dentro do Meu coração” (Salmo 40:8).
Portanto, uma vez que Ele Se fez nosso Substituto, literalmente tomando nosso lugar, não em vez de nós, mas entrando em nosso interior e vivendo Sua vida em nós e por nós, conclui-se, necessariamente, que a mesma lei deve estar dentro de nossos corações quando recebemos a adoção de filhos. “E o Espírito é o que testifica, porque o Espírito é a verdade” (1ª João 5:6). “E, porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de Seu Filho, que clama: Aba, Pai” (Gal. 4: 6), ou Papai, ou Pai. “Ó! Quanta paz e felicidade vem com a entrada do Espírito dentro do coração, como um residente permanente, não como um mero convidado, mas como único proprietário. “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo,” de forma que “nos gloriamos nas tribulações,” tendo esperança que nunca desaponta, porque “o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo, que nos foi dado” (Rom. 5:1 a 5). Então podemos amar do modo que Deus ama; pois que partilhamos de Sua natureza divina. “O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus” (Rom. 8:16). “Quem crê no Filho de Deus, em si mesmo tem o testemunho” (1ª João 5:10). (Ellet J. Waggoner, As Boas Novas, págs. 91 e 92)1
Na citação acima, vemos que Ellet Waggoner viu claramente a realidade da real presença de Cristo, Ele mesmo, habitando nos crentes sinceros pelo Seu Espírito como mecanismo de manifestação de uma vida que está em harmonia com a santa vontade de Deus. Concordo que quando nos identificamos com Cristo em nós, a esperança da glória, não é apenas possível, mas inevitável que (*nEle) vamos vencer a tentação e o pecado, assim como Jesus venceu (o pecado) quando Ele assumiu a nossa natureza humana corporativa na encarnação. Cristo venceu a nossa natureza pecaminosa através da fé em Seu Pai. Então, Ele levou esta mesma natureza humana caída à morte eterna na cruz. Voltando ao capítulo 2 desta maravilhosa Epístola aos Gálatas, eu me lembro e me alegro na verdade do verso 20, onde o apóstolo declarou que não era ele mesmo mas Cristo que agora estava vivendo nele através da fé, pela graça. Oh, permita que sua morte seja identificada com Cristo, 2ª Coríntios 5:14, e permitamos que Ele viva em nós agora.
Que todos possamos crer e receber nosso verdadeiro status como filhos e filhas de Deus e alegrar-nos com grande alegria, eis que temos um tal incrível e amoroso Deus como Pai, que de tal modo nos amou que nos deu o Seu unigênito Filho, desejoso  de morrer a morte eterna para que possamos receber a vida eterna (2ª Corítios 5:21).

Michael Delaney
Nota do tradutor:

1) Você pode ver este parágrafo neste blog, postado em 31 de outubro de 2011 com o título “Boas Novas, Waggoner, Cap. 4, Adoção como Filhos.” Na edição feita pelo próprio Pr. Ellet J. Waggonner, em 1900, está à pág. 79. Confira em  http://dewsberry.com/content/es/content/ejwaggoner/TheGladTidings.pdf

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Biografia do autor:
O irmão Miguel Delaney é um ativo adventista do sétimo dia já por mais de 33 anos. Em várias congregações locais ele atuou como, primeiro diácono e, recentemente, foi ordenado pastor. Ele recebeu treinamento teológico e músical nos colégios adventistas: West Indies College em Jamaica, e Oakwood College em Huntsville, no estado do Alabama, EUA. Ele efetuou várias viagens missionárias pelo Caribe, nas Ilhas Turcas e Caicos, um território britânico ultramarino, onde atuou como evangelista conduzindo uma cruzada de 5 semanas, também pregando e ensinado na República Dominicana em várias ocasiões. Fez muitas viagens para a Jamaica, onde proveu música para numerosos eventos da Organização Adventista bem como em várias igrejas adventistas. Além disso, ele esteve envolvido com o ministério de prisão em quase todas as grandes cidades dos EUA, bem como visitou instituições penitenciárias em Bermuda e Londres, Grã-Bretanha. Como músico cristão, ele viajou extensamente por todo USA., Canadá, Caribe e já se apresentou em concertos em Londres, Alemanha e Bermuda. Atualmente, ele ensina um curso de Bíblia Sistemática enfatizando o evangelho de Cristo e Sua justiça, com os membros de uma igreja adventista em Orlando, na Flórida, EUA. Michael é um escritor com vários artigos publicados no Southern Tidings, um jornal adventista do sul dos Estados Unidos, e escreveu um livro prestes a ser publicado. Michael participou musicalmente em numerosas conferências do Comitê de Estudos da Mensagem de 1888 e como palestrante.

Atenção: Asteriscos (*) indicam acréscimos do tradutor.
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Lição 8 — De Escravos a Herdeiros, por Paulo Penno




Para 12 a 19 de agosto de 2017


           Quem são os legítimos filhos de Deus, candidatos a ganhar a herança prometida a seu pai Abraão? São os filhos somente os descendentes circuncidados de Abraão ou são os filhos da "fé"?
Isto é o que todos querem descobrir em Gálatas.
A resposta inequívoca de Paulo é que "os filhos de Deus" são aqueles que se identificam com o Messias crucificado, Jesus Cristo, Gál. 3:26. Estes são os verdadeiros judeus — quer eles tenham sangue judeu correndo em suas veias ou sangue gentílico.
Os verdadeiros filhos de Deus são identificados por meio do batismo em Cristo. A forma exterior do batismo é uma expressão do coração ao "revestir-se de Cristo" (vs. 27). Em outras palavras, é como um vestido que totalmente envolve o corpo de modo que a pessoa não seja mais vista. É somente Cristo que é visto no indivíduo batizado. Não há acepção de pessoas com Deus, nem com aqueles que são filhos de Deus. É apenas o caráter de Cristo que conta, o qual é pela fé de Jesus Cristo (vs. 28).
Existe apenas um descendente de Abraão, que é eleito para a salvação e este é Cristo (vs. 29). Ele está para herdar a promessa de Deus a Abraão. Entramos na herança através da identificação com Cristo pelo batismo.
Uma das "grandes idéias" de "adoção" na mensagem de 1888 é encontrada aqui em Gálatas. Ela explode no coração das pessoas, como bananas de dinamite espiritual. Paulo usa a ilustração de um menino descalço que corre ao redor da grande propriedade de um fazendeiro rico que tem escravos. Os escravos vigiam o menino na fazenda e lhe dizem quando voltar para casa, etc. E ele lhes obedece (Gal. 4:1). Mas o incrível é que esta criança é o filho do próprio grande proprietário! Agora, Paulo diz, que quando o menino cresce, ele se torna o proprietário e, então, ele comanda os escravos!
Enquanto não sabemos quem somos, não conhecemos a nossa verdadeira identidade, todos os demônios do inferno podem nos atormentar e manejar conosco, mas quando você está pronto para crer que "em Cristo" você é adotado como um filho ou filha e que você é o senhor da propriedade, a sua servidão espiritual ou psicológica chega a um fim. (*Você é herdeiro, não mais escravo).
Então, você e eu estamos reduzidos à servidão debaixo da tirania dos "rudimentos do mundo," os maus espíritos, até que ouçamos e recebamos a Boa Nova de que “Deus enviou Seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei,” para nos redimir (vs. 3 a 5).
Qual é o ponto? Deus não considera as pessoas não convertidas como lobos a serem caçados o mais depressa possível, não, mas Ele os considera como ovelhas, não ainda no aprisco, mas ainda assim, ovelhas — ovelhas perdidas. Eles precisam ser convertidos, para nascer de novo, sim, mas ao mesmo tempo Deus os considera como herdeiros de Sua propriedade, porque Ele enviou Seu Filho para ser "nascido de mulher", como todos nós somos, "feito de uma mulher." Ele adotou a raça humana "em Cristo".
Você não deve pensar de si mesmo como um estranho, diz Paulo. Por causa do sacrifício de Cristo, você está agora adotado "na família", Efé. 1: 5, amado o tempo todo como o filho pródigo foi amado. Mas você não sabia disso, você se sentiu isolado, distante, alienado, perdido, rejeitado, mas Deus não o considera como alienado. Ele o reconciliou a Si mesmo "em Cristo". Agora, Paulo diz, "que vos reconcilieis com Deus" (2ª Cor. 5:20).
Servos não são candidatos a receberem herança, apenas filhos (Gál. 4:7). Um servo está sob uma obrigação do velho concerto à promessa de fazer tudo certo.1 É aquela motivação centrada no eu que espera ganhar uma recompensa. Mas o "eu" tornou-se então o "deus" (com "d" minúsculo).
Para "muitos" a falta de conhecimento de Deus é uma felicidade. Eles acham que ser completamente auto-suficientes e senhor da própria vida é a liberdade fundamental. A realidade da natureza humana é que não há um fim para a depravação a que a natureza pecaminosa pode tentar uma pessoa e levá-lo à escravidão indesatável. O eu é um ídolo cruel bárbaro.
Conhecer o Deus abnegado no coração do universo e vê-Lo como o melhor amigo da humanidade e, em seguida, virar as costas completamente a Ágape é pura loucura. Rudimentos, ou “elementos pobres" a que Paulo faz alusão como "os elementos da terra" são os deuses tribais dos pagãos da Galácia que foram contemplados a dirigir as nações em nome de Deus (vs. 9). Eles são "fracos" devido ao fato de que são apenas invenções da imaginação. Quando energia vem para agir, eles são motivados somente por medo.
O perigo real aqui dos gálatas rendendo-se aos crentes farisaicos sobre o ponto da circuncisão para a salvação é que, colocando-o dentro do poder do homem de fazer algo por sua salvação, não há fim para os "ídolos", tanto antigos como novos, que o coração humano pode criar, como necessários para a salvação. A porta está agora aberta para eles abandonarem Cristo para retornarem ao seu antigo costume de crenças e práticas pagãs.
"Como tornais outra vez?" Paulo perguntou aos gálatas. Eles tinham sido pagãos convertidos a Cristo. E agora eles estavam voltando para o paganismo. Eles não estavam voltando para as práticas do judaísmo. O judaísmo não tinha sido o seu culto ancestral.
Intérpretes modernos quase sempre impõem um preconceito contra o sábado no versículo 10: "Guardais dias, e meses, e tempos, e anos" No entanto, os apóstatas da Galácia não estavam voltando para a guarda do sábado do sétimo dia de onde tinham vindo. Eles estavam realmente abandonando o repouso do sábado. Eles estavam trocando o repouso de Cristo no sábado por observâncias relacionadas com o calendário da sua antiga adoração pagã de suas divindades ancestrais (Deut. 18:10).
Nossa condição de filhos de Deus é comparada ao processo de "adoção." É tanto uma adoção legal e uma aceitação da adoção. Deus tem legalmente adotado toda a raça rebelde como Seus "filhos". A fim de "remir os que estavam debaixo da lei [todos]" (Gal. 4:5) "Deus enviou Seu Filho, nascido de uma mulher, nascido sob a lei" (v. 4). Deus pagou um preço infinito para ["redimir"] legalmente alcançar o coração dos pecadores afastados.
A palavra "feito" é repleta de enorme significado. O Pai enviou o Filho de Deus e O fez Filho do homem através de Maria. Jesus foi feito através de seu parentesco com o mesmo DNA do qual todos nós somos feitos quando chegamos ao mundo. "Convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos. ... Porque naquilo que Ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados" (Heb. 2:17, 18).
Jesus foi feito com um “Eu” que sofreu a mesma tensão e conflito do que alguém devia fazer, estando "sob a lei", como é o homem caído. "Eu [Meu ego] não posso de Mim mesmo fazer coisa alguma: como ouço, assim julgo: ... Eu não busco a Minha própria vontade, mas [o conflito está implícito nesta conjunção “mas] a vontade do Pai que Me enviou" (João 5:30). Aqui está a agonizante tentação de impecabilidade (Heb. 4:15). Nenhum compromisso com a impecabilidade perfeita de Cristo é inerente a esse entendimento de Gálatas 4:4. Nem uma única vez, em pensamento, palavra ou ação, Cristo cedeu ao clamor desesperado do eu.
Todas as questões legais com respeito à lei têm sido esclarecidas pela morte de Cristo por todos. Os papéis da adoção dos pecadores alienados foram assinados e ratificados pelo Crucificado. Ele é o Pai Celestial que adotou a raça dos pecadores. Tal amor divino apela a nós pecadores alienados para "recebermos a adoção de filhos" (v. 5).
As provas pelas quais você pode saber que você "recebeu" a adoção são se você pode chamar seu Pai Celestial, de "Papai". É o Espírito Santo, que inicia tais termos de amoroso carinho (vs. 6).


Paul E. Penno

Nota do tradutor:
1) No velho concerto (Êxodo 19 e 24) a pessoa é um servo e não filho porque confia em seus próprios méritos, no “eu” (Êxodo 19: 8 e 24:7). “Tudo que o Senhor tem falado faremos e obedeceremos”. Quando agimos como servos, geralmente caímos pouco tempo depois. Quanto aos filhos de Israel isto está registrado em Êxodo 32.
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Biografia do autor, Pastor Paulo Penno:
Paulo Penno foi pastor evangelista da igreja adventista na cidade de Hayward, na Califórnia, EUA, da Associação Norte Californiana da IASD, localizada no endereço 26400, Gading Road, Hayward, Telefone: 001 XX (510) 782-3422. Foi ordenado ao ministério há 42 anos e jubilado em junho de 2016, Após o curso de teologia fez mestrado na Universidade de Andrews. Recentemente preparou uma Compreensiva Pesquisa dos Escritos de Ellen G. White. Recentemente também escreveu o livro “O Calvário no Sinai: A Lei e os Concertos na História da Igreja Adventista do 7º Dia,” e, ao longo dos anos, escreveu muitos artigos sobre vários conceitos da mensagem de justificação pela fé segundo a serva do Senhor nos apresenta em livros como Caminho a Cristo, DTN, etc. O pai dele, Paul Penno foi também pastor da igreja adventista, assim nós usualmente escrevemos seu nome: Paul E. Penno Junior. Ele foi o principal orador do seminário “Elias, convertendo corações”, nos dias 6 e 7 de fevereiro de 2015, realizado na igreja adventista Valley Center Seventh-day Adventist Church localizada no endereço: 14919  Fruitvale Road, Valley Center, Califórnia.
  
    Atenção, asteriscos (*…) indicam acréscimos do tradutor.
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